BTCast 177 – Egito

 

Muito bem (3x), o seu podcast semanal de teologia está no ar. Bibo, Milho e Will recebem novemente o professor André Reinke para juntos invadirem as tumbas de Faraó em busca dos segredos do Egito, em mais um episódio da série OS OUTROS.

Porque Faraó era tido como divino? Como se dava a escravidão no Egito? Quais as principais divindades egípcias? Onde se encaixa as histórias de José e Moisés? Porque as pragas foram decisivas na soltura do povo hebreu? Essas e outras perguntas respondidas nesse episódio faraônico.

O podcast cristão do Bibotalk tem a missão de ensinar teologia em áudio para ver o crescimento bíblico-teológico da igreja brasileira. Com a série OS OUTROS visa resgatar a história dos principais povos que tiveram grande influência na história de Israel.

Arte da capa: Guilherme Match (conheça o trabalho dele aqui!).

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    • Então toda representação do Êxodo, Moisés, que tenha cavalaria e armaduras são liberdades poéticas ou desconhecimento mesmo.

    • Esdras Martins

      Esse episódio não está aparacendo nos “últimos episódios” no site

      • Pra mim está aparecendo normalmente aqui. Dá um ctrl + F5 pra ver se dá certo, ou tentar abrir em outro navegador.

        • Esdras Martins

          Agora foi aqui o.o hahaha

    • Felipe Barbosa

      Ouvindo o final do episódio, na parte sobre idolatria, tive um insight (talvez herético…):

      A “insistência” de Deus sobre não criar ídolos seus, se deve ao fato que Ele mesmo revelaria o ídolo perfeito dEle: Jesus, a imagem perfeita do Deus invisível?

      ídolo no sentido -> imagem que representa uma divindade

      não cortem a minha cabeça, please

    • Podemos então dizer que o brasileiro está escravo, já que trabalha 150 dias do ano para pagar a máquina do governo, impostos etc? (levando em consideração que os impostos muito usados para grandes obras dos faraós eleitos do que pelo benefício do povo). Let my people gooooo

    • Welber Martins

      Boa frase:
      Não Sou o Deus que você quer, Sou o Deus que você precisa. Acho que ouvi em outro podcast que foi a partir de um determinado Faraó, que se declarou Deus que essa história começou. Bah! Só pelo É – Mail do Sérgio mostra q vale a pena ser mantenedor.

    • Rosimario Junior

      Excelente vitrine!

    • Rosimario Junior

      Haja vista a dificuldade dos hebreus em termos de linguagem abstrata, seria o povo que saiu do Egito ascendente direto de “Drax, o Destruidor”?

    • Victor

      Nossa. Já é uma das séries favoritas. Só perde pro Gigantes. Mas talvez porque eu goste de história. Está sensacional! Parabéns ao André, e estou esperando um livro sobre o assunto. Caso publiquem, divulguem aqui pra eu saber. Parabéns.

    • Sobre Hórus ser uma releitura de Jesus Cristo, na verdade essa lenda é bem mais antiga. Ela começa com Ninrode e a fundação da Babilônia. Aliás, até a cultura egípcia foi influenciada por este evento. Em meu livro dedico um capítulo para falar desta influência nas culturas após o evento da Torre de Babel. Ninrode é quem construiu os primeiros “zugurates”, . Os zigurates, que eram templos idólatras babilônicos, eram construídos para adoração do céu, consulta à lua, ao sol, às estrelas. Por isso vemos constantemente as expressões “deus sol”, “deusa lua”. Em Deuterômio 17: 3, lemos “e, desobedecendo ao meu mandamento, estiver adorando outros deuses, prostrando–se diante deles, ou diante do sol, ou diante da lua, ou diante das estrelas do céu”, isso nos faz entender que Deus havia proibido esse tipo de prática de adoração dos astros. Então entra uma personagem, uma mulher de nome Semíramis. Por muitos séculos Semíramis foi considerada uma lenda, mas após descobertas arqueológicas na região, muitas tábuas de argila foram encontradas, provando–se a existência histórica de Semíramis. A enciclopédia britânica classifica Semíramis como uma personagem histórica, atribui a ela a fundação de Babilônia e diz ser ela a 1ª suma sacerdotisa de uma religião. Parece que Semíramis era casada com Ninrode e após a morte dele, estando ela grávida, deu à luz a Tamuz. Semíramis reivindicou que este filho era a “reencarnação” de Ninrode. Olha a história do Podcast aí…..depois de Babel estas histórias foram repetidas mudando alguns pontos e nomes. Ela havia muito provavelmente escutado a profecia do Messias de Gênesis 3:15, e reivindicou que seu filho fora concebido de maneira sobrenatural. Semíramis reivindicou que Tamuz era a semente prometida, o “Salvador”. Quando Tamuz era moço e sai para uma caçada na mata, é morto por um porco selvagem. Então, esta é a lenda que os babilônicos criam, Semíramis reúne as mulheres de Babilônia e vão jejuar e chorar por Tamuz. Depois de 40 dias de jejum e clamores, Tamuz volta à vida e Semíramis passa a ser adorada como a doadora da vida.Desenvolveu–se então em Babilônia uma religião do culto chamado “culto à mãe com a criança”, em que a mãe era adorada, pois trouxe o filho à vida novamente; o poder era dela. Esta religião rapidamente espalhou–se pelo mundo. Foi levada pelos fenícios que eram grandes navegadores e esse culto instalou–se em várias partes do mundo. Os nomes de Semíramis e Tamuz mudavam de acordo com a língua do local. Na Fenícia; eram chamados de “Ashtar e Baal”. No Egito; Isis e Horus. Na Grécia; Afrodite. Na Ásia; Cibele e Deoius. Quando os medo–persas invadiram Babilônia, introduziram na Babilônia o culto ao fogo; este era o culto principal dos medo–persas. Então os sacerdotes de Babilônia fugiram e instalaram–se na Ásia menor, instalaram–se em Pérgamo. Com o surgimento do Império Romano o culto da mãe e a criança foi levado de Pérgamo para Roma e lá em Roma Semíramis e Tamuz passaram a chamarem–se Vênus e Cupido. Então, no Império Romano antes de Constantino ser coroado imperador, houve uma guerra civil na qual as forças de Constantino foram confrontadas com as forças do general Maxcêncio; aquele que vencesse seria proclamado imperador.

      • André Daniel Reinke

        Obrigado pela participação, Alexandre. Poderia deixar a referência do teu livro (autor, título, editora)? Gostaria de verificar para minhas pesquisas.
        Quanto a Hórus ser “releitura de Cristo”, não era exatamente isso que queríamos dizer. Era mais no sentido de que Cristo é considerado uma releitura de divindades como Hórus (claro, por uma leitura antropológica secular, não na ortodoxia cristã).

    • Muito bom o PodCast ! Falando sobre o “Fator Melquisedeque” e os ganchos culturais, isso está ligado ao evento que espalhou os povos entre o globo terrestre. Pois algo de similar aconteceu entre todos os povos tanto na área da idolatria quanto na arquitetura, até nos contos e lendas como o relato do dilúvio por exemplo. Esta similaridade pode ser usada entendendo que a raiz do surgimento destas culturas é uma só.

    • Willian Kenedy

      COMO EU ADQUIRO ESSA APOSTILA DO ANDRÉ BIBO?

    • Jonatha Zimmer

      Passando pra deixar os parabéns pela ideia da série e pelo por esse programa em específico. Ouvimos ontem durante a tarde e foi muito legal a forma da abordagem e as colocações dos convidados e equipe. Obrigado pelo conteúdo e vou correr ouvir o programa anterior da série. E continuem com ela!

      Abraço.