Ovelhas Elétricas 001 – Dualismo na Bíblia e em Star Wars

Nesse episódio Erlan Tostes e Cacau Marques discutem o dualismo em Star Wars e as diferenças para o conceito bíblico de bem e mal.

O podcast cristão do Bibotalk tem a missão de ensinar teologia em áudio a fim de ver o crescimento bíblico-teológico da igreja brasileira.

Arte da capa: Marcelo Nakasse (conheça o trabalho dele aqui.)

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  • Categorias: Contraponto,Ovelhas Elétricas,Podcast

    Tags: ,,,,,,,,,,,

    • Rodrigo Roman

      Muito interessante a abordagem do podcast sobre Star Wars. É sempre uma loucura ver os brilhantes hosts citando Foucault e Marx em uma analise Bíblica sobre o dualismo em Star Wars. Quero ser igual vocês quando crescer.

      Vale lembrar que o “dark side” é agora corretamente traduzido como “lado escuro” e não mais como “lado negro” como vocês falam no podcast.

      First!

      • Cacau Marques

        Sim. Força do hábito.

    • Concordo com o Cacau que a guerra do bem contra o mal é a melhor coisa, mas, assim como o Erlan eu prefiro o dark side.

      Caras, muito bom o episódio, gostei muito dos comparativos que fizeram.

      Parabéns!
      Sempre fui fã de vocês!
      Um abraço
      Abner Lobo
      Os Piácast

    • Jefferson Matos

      Muito bom episódio. Excelente papo.

      Sobre o equilíbrio da força, eu sempre entendi diferente. O equilíbrio da força é o lado da luz, o desequilíbrio é o lado escuro.

      Não há necessidade de haver alguém do lado escuro para manter o equilíbrio. Tanto que quando há qualquer menção a alguém do lado escuro os Jedis mais experientes sentem uma perturbação na força, um desequilíbrio.

      Outro ponto que acho interessante sobre a força, é que as pessoas fazem parte dela, e ela tem sim uma vontade. A força guia para um caminho rumo ao equilíbrio. Yoda, Vader e Obi Wan por exemplo hoje fazem parte da força, são um com ela.

      Curioso também notar que apenas o lado da luz permite esse acesso a ser um com a força.

      Abraços e parabéns pelo episódio, foi massa demais os insights.

      • Mael Spinelli

        Complementando seu comentário, também existe o conceito de A Força Viva que é abordado nos livros, e fala sobre a interação da Força e o usuário.

      • Cacau Marques

        Essa é uma interpretação bem possível e o Erlan a mencionou no podcast. Contudo, ainda q a força tenha uma vontade, ela é tão comumente manipulável pelo mal que não se pode falar de uma vontade q se impõe. Talvez diria q a força não tem uma vontade, mas uma preferência… Hahahahahaah.

        Eu acredito q os Jedi são, de certa forma, a manifestação também de um desequilíbrio na força e acho q o último filme contribui pra esse entendimento. Mas não vou continuar pra não dar spoiler…. Kkkkkkk

        Obrigado pelo comentário. Abraço.

    • Mael Spinelli

      Parabéns pelo PodCast, pessoal!

    • Ótimo episódio pessoal!

      Me veio à mente agora aquela cena do Rogue One, onde a Força protege Chirrut enquanto ele repete “eu estou com a Força e a Força está comigo”. Se nos entregássemos completamente a Deus, será que as coisas não seriam diferentes. Uma vez que cremos em um Deus soberano e “sabemos que Deus age em todas as coisas para o bem daqueles que o amam, dos que foram chamados de acordo com o seu propósito”, se formos fieis, então certamente teremos nos protegendo “o escudo da fé, com o qual” nós poderemos “apagar todas as setas inflamadas do Maligno”.

      Abraço
      EddieTheDrummer (PADD)

    • Diego Santana

      Muito bom =)

    • Welber Martins

      No Star Wars a força é essencialmente boa, e quem é corrompido é o Jedi?

    • Gyselle P. Teixeira Correia Li

      Na página principal onde estão os episódios está CONTRAPONTO – ÚLTIMOS EPISÓDIOS.
      Acho que deveriam mudar para OVELHAS ELÉTRICAS – ÚLTIMOS EPISÓDIOS.
      🙂

    • Bruno Bardon

      Muito lega! Só faltou uma musica de fundo durante o episódio, um Pink Floyd de preferencia haushaus sério, fica meio seco sem a musica de fundo. Mas ótimo episódio!

    • Jackson S de Souza

      Muito bom!!! Já na expectativa pelo próximo Ovelhas Elétricas. Sugestão: faltou um som legal (ProgRock de preferência) de trilha ao fundo. No mais… Baita programa! Abraço.

    • Breno Novais

      Episódio maravilhoso galera. Eu confesso que não sou conhecedor de Star Wars, mas o pouco que sei sobre abriu minha mente para as reflexões expostas no episódio.
      Uma crítica construtiva que quero fazer, e que eu sei que será acatada com o passar do tempo ,é de que vocês tenham um pouco mais de organização no falar. O episódio tem um ótimo tamanho, riquíssimo conteúdo, mas creio que o nervosismo possa ter os deixado mais reservados, de modo a travarem um pouco.
      Acho que deixar os pontos mais claros, concisos, fechar algumas sínteses, mesmo com a ideia de que o intuito é apenas refletir e não doutrinar.
      É isso, que a graça do Senhor repouse sobre suas vidas!!

    • Celso Rosa Jr.

      Sugestão de bordão:
      Androides caídos esperam por Cordeiros Elétricos? =)

    • João Antônio

      Gostei!

    • Silvana Oliveira E Silva

      Meninos, começaram com balidos potentes hein

      E qual o gênero de Star Wars?

      Pouca gente sabe, mas Guerra nas Estrelas, pelo menos a trilogia original, foi classificada como uma Space Opera, ou uma Opera Espacial. Passa longe da ficção científica, já que várias leis da Física são quebradas e etc. Aventura somente não preenche todos os critérios.
      Então Erlan acertou ao taxar que tudo é um baita novelão, já que Space Opera deriva de Soap Opera, aquela novela americana interminável rsrsrs

      Um outro exemplo de Space Opera é Duna (cuja adaptação cinematográfica digna espero ver antes que a catarata me alcance).

      Parabéns pelo episódio. Louca para ver a “série” (eheheheheh) sobre Doctor Who 😉

      • Cacau Marques

        Space opera não passa longe da ficção científica. Ela é um subgênero da ficção científica. A oposição que podemos fazer é entre Star Wars e a ficção científica hard (cujo melhor exemplo recente é o filme Interestelar). Mas eu mesmo acho essa divisão um tanto inútil pq mesmo na FC hard há a necessidade de quebra de certos paradigmas científicos para a construção da história.

    • Davi Brandão

      Iae Cacau! Sugestão pra entrada:

      BÉÉÉÉÉM VINDOS AO OVELHA ELÉTRICA EP. DE NÚMERO. ..

    • Exegese FTBP 2011

      Bom dia.
      Primeiramente, parabéns pela iniciativa. Acho que esse novo podcast tem um potencial muito grande.
      Eu não comentaria nada, mas como houve um pedido de “feedback” e críticas construtivas, e em se tratando de um primeiro episódio, resolvi opinar. Claro que o que eu vou dizer são impressões minhas, que os administradores do podcast podem ou não acatar, afinal, só quem está em seus sapatos sabe o que acontece. Vamos lá:

      Acho que faltou dinâmica. O formato podcast não pode ter muitos espaços em branco (ou preenchido com muitas risadas sem uma piada que a justifique). Talvez isso tenha acontecido por dois motivos: falta de roteiro ou aposta numa possível fluidez da conversa.
      Vcs tentaram um formato mais livre, como uma conversa informal entre dois amigos. Um papo entre dois caras numa mesa tem uma dinâmica, mas quem escuta de fora não consegue captar a “vibe”, ainda mais quando há derivações no rumo da prosa.
      Acho que podcast com UMA pessoa falando dá certo, porque a comunicação é direta (por isso alguns pdcst com um narrador meio chato não são chatos). Com duas pessoas fica estranho se não houver muita dinâmica (dinâmica que ocorre no formato entrevista, p.ex., em que um entrevistador conduz o assunto e o entrevistado insere conteúdo). Pode notar, p.ex. o NerdCast nunca é com somente duas pessoas. Três ou mais participantes não deixa com que haja um vácuo, um silêncio enquanto os participantes reorganizam suas ideias conforme a conversa flui.
      Imagino as dificuldades técnicas e logísticas de fazer um podcast com muita gente falando, por isso me atrevo a sugerir que, se vcs vão mesmo fazer com dois participantes (o hostess e mais um), que haja um roteiro dinâmico, que não deixe a coisa derivar muito e não favoreça os hiatos. O próprio BTcast é um exemplo positivo, pois mesmo nas vezes em que só há dois participantes, o Rodrigo ou faz as vezes de entrevistador, ou impõe um forte roteiro ao diálogo.

      Outra observação: o repertório. Talvez trazer opiniões externas sobre o assunto melhorasse muito (tenho certeza que existem muitas análises sobre o dualismo em StarWars, p.ex.). Não quero dizer para “capar” a espontaneidade, mas ouvir só as opiniões pessoais de vcs talvez não seja exatamente interessante todas as vezes.

      Bom, peço escusas pela audácia. Mas podem ter certeza que essas críticas são feitas por um ouvinte assíduo e só tem a intenção de ajudar.

      Obrigado.

      Wilhen Fadel Klimpz

      • Caro Wilhen, obrigado pelo comentário.
        Estamos sempre receptivos aos feedbacks.

    • Eduardo Novaes

      Demais! Começaram quebrando tudo!

      Achei muito legal o tema. Primeiro que tudo que vem do BiboTalk é bom, segundo é que sou fã demais do Star Wars!

      Aliás, o ponto que o Cacau disse de termos cada um o bem e o mal dentro de nós, em uma constante guerra interior, achei interessante demais. Me lembrei muito dos primeiros capítulos do Cristianismo Puro e Simples onde o Lewis aborda a questão da moral mas explora muito esse lance de bem e mal dentro de nós. Aliás, ele diz algo mais ou menos como, que a capacidade que um ser humano tem para o mal é potencialmente igual a para o bem. O que acontece com Anakin no Star Wars. Não sei se viajei e se é em Lewis mesmo isso hehe

      O que importa é que o Ovelhas Elétricas começou torrando tudo hhahaha

    • Camila Soares

      Adorei o episódio. Gosto muito de Star Wars e sempre achei alguns aspectos da força muito semelhantes à nossa vida espiritual, principalmente em relação a guerra interior entre a luz e a escuridão que travamos todos os dias.

      Seria interessante um dia criarem um episódio nesse novo quadro sobre O Senhor dos Anéis também. Tolkien era cristão, e apesar do universo de LOTR não ser explicitamente uma obra cristã, com certeza há muito da bíblia nos ensinamentos apresentados na saga, justamente pela fé que ele professava.

      Abraços e parabéns!!

    • Valdirfb

      Gestei muito! Continuem por favor!

    • Pablo

      Em off, façam um episódio sobre o filme “mãe” do Darren Aronofsky, que apesar de ser muito bom e correto em vários aspectos, tem erros graves.

    • Começaram bem, muito bom o papo!!!