Fora do Éden 19 – Cristãos e o Carnaval, Crivella e Igreja Norueguesa

 
Em tempos de música alta e dança, aqui na fogueira você encontra um ambiente para a calma e reflexão (ou pelo menos o máximo de calma que a trilha sonora do Katsbarnea permite). Rogério Moreira Jr. e William Erthal conversam sobre como os cristãos lidam com o Carnaval, com a participação dos ouvintes. Uma ouvinte também ajudou com uma análise sobre o governo de Crivella, e para fugir do calor brasileiro fomos até a Noruega para discutir como a Igreja se relaciona com o estado. Seja bem vindo a mais um Fora do Éden.

Temas discutidos

  • Carnaval: entre o evangelismo e a folia (que história é essa de Polo Gospel no Carnaval de Olinda? E o Dia do Evangelismo do Carnaval em Santos? E os cristãos que desfilam em escolas de samba?)
  • Marcelo Crivella, prefeito do Rio de Janeiro, luta contra o estigma de político evangélico (como a mídia tem tratado ele? Quais decisões ele tem tomado relacionadas com a fé?)
  • Igreja na Noruega se torna autônoma do Estado Norueguês (como a igreja se relacionava com o estado? O que muda agora?)

Participantes: Rogério Moreira Jr. e William Erthal

Convidados: Pablo Diego, Giancarlo Marx e Silvana Silva.

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Links do programa

Cristãos e o carnaval

  • Site do Evangelismo de Carnaval em Santos

Categorias: Fora do Éden,Podcast

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  • nababesco
    ê/
    adjetivo
    1.
    relativo a, ou próprio de nababo.
    2.
    p.ext. que apresenta luxo, fausto; ostentoso.

    • Rogério Moreira Júnior

      Valeu mano! Nababesco comentário!

  • Gabriel Viana

    Aquele entrevistador abriu meus olhos. Vou sair pelado na avenida agora…😧

    • Rogério Moreira Júnior

      caumamigo

  • Tauan

    É ótimo que a Igreja da Noruega se separe do Estado norueguês. Seria ótimo também que a Igreja Anglicana se separasse do Estado inglês. A fusão entre Igreja e Estado nesses locais são uma coisa anacrônica que não conseguiu ser superada no contexto da Reforma Protestante (anglicanos e luteranos são da primeira fase da Reforma) e que causa muito mal a essas igrejas que perdem todo potencial de profetismo por essa ligação, ainda mais em uma Europa que não é mais cristã. Em grande parte nem mais cristã parte dessas igrejas são, já que são muito influenciadas pelo liberalismo teológico, com pastores que não creem na ressurreição e se brincar nem mesmo em Deus. Nesses países existem templos antigos que ninguém mais dá bola e viram museus ou boates. Na época da Reforma, luteranos e anglicanos acabaram, por força das circunstâncias, reproduzindo o modelo da Igreja Ortodoxa Grega que era submissa ao imperador bizantino.

    • Rogério Moreira Júnior

      Pois é, é curioso isso, né? Os ortodoxos tem essa característica de serem independentes, mas os católicos brigaram na idade média para poder ser um poder independente – e algumas vezes soberano sobre os governos nacionais.

      Abraços mano! Cola aí sempre que puder – e manda sua notícia lá pro nosso email quando tiver alguma!

  • Adriano Quadros

    Nababesca – Em que há Luxo, Ostentação, pompa,
    Relacionado ao Próprio de Nababo, Pessoa Muito Rica que ostenta uma Vida luxuosa.
    Exemplos, Vivia em Um Apartamento Nababesco.
    Tinha um estilo de Vida Nababesco.
    Possuía Comportamentos Nababescos.
    Nababo – Milionário, Aquele que é muito Rico, e leva uma Vida Luxuosa.
    Por extensão diz de Pessoa que faz alarde de sua riqueza ou ostenta sua vida luxuosa.
    Príncipe ou Governador que, entre os seculos XVI e XIX, vivia na Índia muçulmana.
    Europeu que ficava rico na índia ou possuía destaque social.

    Etimologia de Nababo:
    Nababo (em híndi: नवाब; em urdu; نواب; transl. nawab) era originalmente o título dado ao subedar (governador provincial) ou ao vice-rei de um subá (província) ou região do Império Mogol. Com o tempo, os nababos tornaram-se independentes do grão-mogol (imperador) e o título passou a ser empregue para designar alguns dentre os soberanos muçulmanos de principados na Índia; note-se que nem todos os soberanos muçulmanos envergavam o título de nababo. Neste último sentido, equivalia aos títulos de marajá e rajá empregados pelos soberanos hindus.
    O termo origina-se do árabe naib, “delegado”. A forma recebida pela língua portuguesa (e diversas outras) decorre da pronúncia bengalesa da palavra: nabob. Em determinados períodos históricos, o título foi concedido como honraria, sem ligação com o governo de um território. Também foi utilizado na corte da Pérsia durante o Império Cajar e na de Hiderabade. Figurativamente, a palavra é usada para designar uma pessoa rica e ostentadora.
    Amo o Podcast, Abraço.