Contraponto 008 – Não mexam nos clássicos

 

Como nascem os clássicos? Existe um cânone no cinema? Quem define? Os remakes e a produção baseada em livros, hqs (marvel, DC), o que está por detrás desse movimento?

Abner Melanias recebe Erlan Tostes e Maclaud para discutirem de que maneira os clássicos influenciam a cultura.
Além disso, durante todo o papo, você ouvirá algumas SONORAS da entrevista que fiz com Bruno Costa, podcaster no CANAL 42 e do Cinecast.

1, 2, 3, COMEÇOU!!!

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Categorias: Contraponto,Podcast

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  • Lourival Gonçalves

    Primeiro Pontuador chegando.kkkkk e Baixando.

    • Legal @lourivalgonalves:disqus dps me conta o q achou.

      • Lourival Gonçalves

        Abner Melanias sempre que ouço o contra ponto é um desafio comentar,mas como os assuntos são sempre bem colocados só ajuda expor nossas opiniões.Parabéns por isso.Eu não sou tão crítico de cinema,mas tenho lá meus surtos,kkk.

        Sobre os clássicos é possível entender que eles não ficaram fadados ao passado,atemporal como foi mencionado.Realmente é aceitável concordar com os convidados que essa buscar para retornar os clássicos nas adaptações não acrescentam em nada, sendo que essa tentativa só é uma forma de chamar dinheiro.Essa semana perguntei aos jovens da igreja se eles conheciam o filme Forrest Gump,eles disseram que não.O clássico é aquilo que é por aqueles que os nomearam assim e será para mim uma vez que eu passo a conhecê-lo,porém o desconhecimento é um porta para nos encantarmos quando somos assaltados como suas belas construções.

  • Leonardo Oliveira

    Como o Bruno disse o crítico já foi mais importante, sua percepção é a ponte que conecta o interesse do expectador com a obra. Assim como no estudo da historia os escritos dos historiados contemporâneos são a principal base para se entender um período um clássico torna-se classico porque em sua época (ou tempo depois) alguem encontrou qualidades extraordinárias. Exemplo é o Cantando na Chuva que dentre dezenas de musicas do período alguém percebeu seu extraordinário,”Cara, os personagens estão cantando dentro da cena e faz sentido! Olha como eles referenciam a transição para o cinema falado, isso é historia”. A Nouvelle vague não seria a mesma sem Bazin, que alimentou os cineastas e expôs suas qualidades. O Mundo não conheceria o Cinema Novo Brasileiro e Alemão sem a Cahiers du Cinéma.
    Hoje sinto que existem diferenças, no conhecimento técnico e artístico de quem escreve, parecendo cada vez mais superficial e curto, quanto também na influencia exercida pelo patrocinador sobre o crítico num determinado site.
    Dito isso, ainda sim é bom lê-las porque é onde os filmes são descobertos, e se tornarão clássicos se resistirem ao tempo assim como vocês disseram.
    Ao mesmo tempo que é bom notar que por mais que eu venha dizer que não ha fundamentos para se gostar de Pasolini e Glauber Rocha, é preciso aceitar que existe um apelo, um nicho, e nesse nicho esses filmes são clássicos.

    • Mano… obrigado por esse coment… não, acréscimo incrível ao papo. OBRIGADO!!!

  • Welber Martins

    Estou lendo 1984, e a admiravel mundo novo é um dos próximos! Queria saber a opinião do Abner sobre o fim do ministério da culura?

    • Que legal @welbermartins:disqus esses dois clássicos são imprescindíveis!
      Sobre o ministério da cultura (ou não), rsrsrs, olha… ainda estou lendo e ponderando, não tenho uma opinião a dar neste sentido.

      Obrigado por comentar, viu?!

  • Jaqueline Ramos

    É só dinheiro. A grande dificuldade do cinema é ser uma arte muito cara, mesmo com toda a facilidade que a tecnologia digital trouxe, não é trabalho de mão só. Os clássicos tem características que fazem deles um marco e para ser um marco na história precisa ter algo de diferente. Os caras da grana não querem investir em nada diferente, porque é arriscado. Existem centenas de clássicos dentro de gavetas e cestos de lixo.

    • Pois é @disqus_nDncawVWVb:disqus
      Nisso voltamos ao ponto de que quem “determina” quais são os clássicos está pouco interessado em arte, né?!rs

  • Alexandre Ferreira Santos

    Como assim a designação de clássico não serve pras cadeiras? A cadeira de quatro pernas tá aí há muitos ano provando o contrário. rs

    Existe as pessoas (que sentam), daí surgem os marceneiros, que encontram motivação em fazer as melhores cadeiras que já existiram. Depois surgem os comerciantes de cadeira, que estão nesse pela grana. Por fim, surgem os fiscais de cadeiras…

    É interessante os termos: Cânones, classificação… Não sei porque lembrei do “Index”. Engraçado como o discurso religioso pervade o artístico. Não sei se é pior enxergar os fiscais de cadeiras como trabalhadores cumprindo seu papel na linha de produção cultural, ou como um grupo superespecializado em conformar nossos glúteos.

    Abraço a todos.

    • HAUHAUHAUHA Adorei o comentário @alexandreferreirasantos:disqus
      Entendi perfeitamente seu ponto.

  • Difícil criar um “contra ponto” pois curto os clássicos, mas não espero “novos clássicos”. Concordo com o @abnermelanias:disqus quando ele diz que nos últimos anos não vemos mais “grandes filmes” além de super-heróis. Tenho percebido isso. Também percebi que houve uma enxurrada de “versões”. Pouco conteúdo original tem sido criado. Livros e HQs tem ganhado espaço na telona.
    Mas será que essa percepção minha não sofre de algum tipo de “comparação”? Há tanto filme de super-heróis e baseados em livros que acabam ofuscando outras grandes obras? Será que no passado não ocorria o mesmo? Só sei que a maioria dos bons filmes recentes que me vem na cabeça são versões cinematográficas de obras já criadas.

    Abraço
    EddieTheDrummer (PADD)

    • Então @eddiethedrummer:disqus pensando que na história do cinema existem algumas ondas, quero crer que estamos no mais alto ponto dela (adaptações, versões, livros e hqs) e que “logo menos” vem uma marolinha…rsrs

  • E eu querendo apenas uma cadeira ergométrica de qualidade…hehehehe
    @leo_hard:disqus uma vez fui em uma exposição de cadeira aqui em SP e tinha tantos modelos e conceitos que ao sentar em algumas, no final das contas, eu só queria mesmo descansar…rs

  • Victor

    Tenho em mente que um clássico é algo que não pode ser recriado, não se pode tentar fazer um “remake”, tanto para filmes quanto para livros ou qlq outra coisa. Porque, ou você vai ser um fracasso total (Vide Psicose), ou vai estragar algo que é perfeito, tanto pelas suas qualidades,quanto pelo apelo que exerce com os fãs. Não vejo remakes de O Poderoso Chefão ou De Volta para o Futuro, por exemplo. É desnecessário, além de ser extremamente arriscado para quem banca. Como estamos na era dos remakes e das adaptações (séries de livros que viram filmes) e modernizações (como a dos contos de fadas), é meio lógico pensar que algum louco estaria disposto a tal empreendimento. Bom, é só um pensamento. Ótimo cast! Parabéns!

    • Nãããããõoooooooooooo…. remakes de O Poderoso Chefão ou De Volta para o Futuro, não podem acontecer… concordo contigo @VitoPaiva:disqus
      Mas daqui uns anos podemos ser atropelados pela vontade de algum louco disposto a tal empreendimento.rs

      VALEUUUUUUUUUUUUUUU