BTCast 196 – O reinado de Davi

 

Muito bem (3x), o seu podcast semanal de teologia está no ar. Bibo, Milho e Rogério se juntam para conversarem sobre o reinado de Davi.

Como interpretar a história de Davi dentro da história de Israel? Que papel o deserto desempenhou na vida de Davi? Como foi o caminho rumo ao trono? Qual o papel de Jerusalém no reinado davídico? Qual foi o legado desse reinado? Essas e demais questões abordadas nesse BTCast.

O podcast cristão do Bibotalk tem a missão de ensinar teologia em áudio a fim de ver o crescimento bíblico-teológico da igreja brasileira.

Arte da capa: Guilherme Match (conheça o trabalho dele aqui!).

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    • Lourival Gonçalves

      Esse podcast vai ser tipo: Desmistificando Davi?kkkk.
      Baixando agora.

    • Gabriel Pedroso

      Fazendo alguns acréscimos:

      1. Em 2 Samuel 8 há o relato das guerras que Davi travou contra nações ao norte de Israel. O monarca hebreu subjugou os reinos de Zobá e Damasco em batalha, e estabeleceu uma influência militar e econômica sobre todo o Levante, tendo como fronteira N/NE o rio Eufrates.

      Tal domínio sobre a região foi possível pois o Egito havia perdido muito de sua influência sobre Canaã, graças à ascenção dos sacerdotes tebanos ao poder, o que diminuiu muito o poder dos faraós. Além disso, o Egito passou um bom tempo se defendendo dos ataques cuxitas e administrando uma presença cada vez maior de colonos líbios, que com o tempo, tomaram o poder.

      Já na Mesopotâmia, o Império Hitita estava bastante reduzido, devido à guerras civis consideráveis e invasões dos povos indo-europeus. Assírios e babilônios estavam num momento letárgico depois de se alternarem como potências na região. Os sírios (arameus) estavam fazendo incursões cada vez mais incisivas na Mesopotâmia e subjugando os povos acima citados. O curioso é que o domínio hebreu sobre os arameus freou o impeto dos mesmos sobre as cidades mesopotâmicas, o que permitiu um renascimento do poderio assírio, que algum tempo depois devastou a Israel e a Judá.

      2. O limite sul do reino de Davi (e por consequência, de Salomão), não era a península do Sinai em si, e sim o chamado ribeiro do Egito: um curso de água que passava alguns km à sudoeste de Cades Barnéia, e era considerado a fronteira natural entre Egito e Canaã.

      3. Interessante é que Davi ‘tocou o terror’ nos filisteus, mas nem ele, nem Salomão anexaram de forma cabal o território filistino, ao contrário do que foi feito nas nações vizinhas, mencionadas em 2 Samuel 8. Isso mostra que, mesmo sendo uma potência econômica e militar, o Reino de Israel sob Davi e Salomão ainda tinha dificuldades em concluir a conquista de Canaã, por incrível que pareça. Os filisteus só foram subjugados de forma definitiva sob o reinado de Ezequias, que foi um guerreiro capaz, mas que contou com a ‘ajuda’ dos assírios, que haviam destruído as principais cidades-estado filistias.

    • Raquel Akemi

      Muito bom o capítulo e análise sobre Davi.
      Gostei bastante do comentário do Rogério quando ele mostra a gravidade do pecado de Davi. As pessoas tendem mesmo a amenizar o pecado dele, a exemplo da novela da Record. Na novela, Davi e Bate-Seba já tinham se apaixonado durante a adolescência e ainda eram apaixonados um pelo outro, como se isso fizesse o pecado de adultério menor.
      Acredito que essa dificuldade em aceitar que Davi era um homem segundo o coração de Deus mesmo cometendo esse pecado tão horrível é que existe essa tentativa de dualizar as pessoas, como sendo de Deus, os perfeitos que já nasceram assim, e os que são contra Deus, todos pecadores e esses não tem uma atitude boa sequer. As produções da Record e muitos filmes cristãos reforçam esse esteriótipo.

    • Felipe

      Sensacional, a carga politico-ideológica de algumas “analises” e manifestações foram demais, rolou um clima de DCE. Ótima sacada para fazer propaganda anti patriotismo. Não me surpreenderia se o Milho for adepto do discurso ~ anti sionista ~. Parabéns.

      • Alexandre Milhoranza

        Eu não me meto nessa treta não mano. Por ser amilenista minha interpretação bíblica não depende da política israelense.

    • Vinicius Ferreira

      No minuto 52 o cara fala que um escreve que Deus incitou David porque não tinha influência platônica. O outro estava contaminado por isto. Ué, pensei quem TODA a bíblia é inspirada pelo Espírito Santo

    • A história é escrita por quem está no poder. Mas Davi é um poderoso esquisito, deixar que no registro de seu povo, onde sua história é ponto fundamental, constasse também seus erros, falhas e consequências? Talvez seja um dos motivos do titulo “Segundo o Coração de Deus” e não segundo o seu próprio coração.

      Ok seus erros ficaram públicos etc etc etc mas esses “podres” humanos na bíblia me servem muito de garantia de que o texto que recebemos durante os séculos não é um texto de discurso fantasioso de adorno de reinados , culturas ou crenças, mas sim pessoas passando por experiências extremamente comuns e destruidoras (de todo ser humano) que de alguma forma divina tem conseguido solução, se vendo dentro de um relacionamento com um ser divino único e amoroso, de difícil compreensão e superior às suas expectativas boas ou ruins.

    • Essa arte ficou show de bola!

    • André Daniel Reinke

      Muito legal, é essencialmente o que converso com meus alunos a respeito das configurações políticas da dupla coroa de Israel e Judá, reunidas em Davi e depois em Salomão. Aliás, questões que são desenvolvidas de maneira exímia por Roland de Vaux em “Instituições de Israel no Antigo Testamento”.