BTCast 188 – Igreja Local

 

Muito bem (3x), o seu podcast semanal de teologia está no ar. Bibo recebe o pastor e professor Jonas Madureira para juntos conversarem sobre a importância da igreja local.

O que é a igreja? É possível servir a Jesus sem frequentar uma igreja? Qual a importância da igreja local? Qual o meu papel no corpo de Cristo? Essas e outras perguntas respondidas nesse bate papo amistoso e edificante.

O podcast cristão do Bibotalk tem a missão de ensinar teologia em áudio afim de ver o crescimento bíblico-teológico da igreja brasileira.

Arte da capa: Guilherme Match (conheça o trabalho dele aqui!).

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    • João Antônio

      Creio que seja impossível ser membro (ter uma função, ter dons) do corpo de Cristo e não ser parte (membro ativo) de uma igreja. O apóstolo Paulo deixa bastante claro isto na sua primeira carta aos Coríntios. E, até arrisco a dizer que não existe uma verdadeira prática do cristianismo para quem se diz ser desigrejado, pois igreja nunca foi sinônimo de individualidade.
      Podcast muito bom! Deus abençoe este ministério! Agradeço a companhia de vocês em minha vida! Abraços!

    • Jovem rico! Muito bom.

    • Nossa… que episódio… P E R F E I T O !!!!

    • Antonio Neto

      Muito bom, galera! Só uma ressalva: cuidado com as músicas que vocês escolhem para os programas!

      A música no início “Take Me To Church” do Hoizer defende o homossexualismo e é uma crítica a igreja.

      Vejam algumas resenhas sobre a música em questão para entender o contexto da letra:

      http://www.marvinmedeiros.com.br/2015/02/por-dentro-de-take-me-to-church-do-hozier.html
      http://cadernotiahelo.blogspot.com.br/2015/02/analisando-musica-take-me-to-church.html

      Graça e paz!

      • Conheço a letra e usei a música de forma irônica, sabendo que o que foi dito no episódio serviria para ser o contraponto da letra.

        • Antonio Neto

          Ah tá, então ok. Entendido, irmão! Grande abraço!

        • Mac, Gênio! 🙂

        • Mateus Muniz de Souza

          E eu que não entendo Inglês achei a batida da musica tão legal, indicam alguma naquela mesma pegada?

    • Magdiel Brazil

      O podcast começa aos 12:00

      • Alexander Stahlhoefer

        não entendi essa

        • Ele deve estar se referindo a pular a abertura e os recados paroquiais, rsrs.

      • que estranho, dei play aqui e começou na hora. se tu se refere ao fato de que temos uma introdução e recados antes, que tristeza viu, ouvintes como tu nem fazemos questão.

      • Fernandovosk

        Corrigindo: O podcast começa aos 00:00

    • HENRIQUE REBELLO

      Parabéns pessoal. Nota 1000 mais uma vez. Tive hemorragia nasal com a história dos dois jovens ricos. Fantástico. Excelente episódio para os chamados desigrejados, os quais chamos de desistitucionalizados. Ao contrário daqueles que pensam que muitos “desigrejados” se acham suficientes na relação deles com Deus, os mesmos na verdade senten um desejo e necessidades enorme para estar no seio de uma comunidade, mas vêem encontrando apenas clubes narcisistas e empresas dizimistas.
      Por isso que muitas vezes digo que o papel do Bibotalk é fundamental para mostrar que a Igreja de Cristo existe.

    • euprotestante.wordpress.com

      Essa pesquisa é de 2013.
      Acho que pode agregar à conversa!

      http://exame.abril.com.br/brasil/as-capitais-mais-e-menos-evangelicas-do-brasil/

    • renato Luz

      Gente só estou chocado com tudo isso… muito bom! Que Deus fortaleça esse ministério.

    • Gabriel da Silva

      Galera, tem btday no Rio de Janeiro?

    • Rafael

      O Jonas comentou a respeito de prestação de contas. Até que ponto vocês acreditam que deve ocorrer esse tipo de ação e como ela deve ocorrer?
      Abraços

      • Olá, Rafael.

        Basicamente, creio que é importante que isso aconteça. Com qual frequência? Eu, particularmente, me encontro semanalmente com meu discipulador. Isso não é uma regra, de modo que pode ser menos ou mais espaçado, e isso vai depender da necessidade de cada um. Só acho que se tiver um gap de tempo muito grande (trimestralmente?), penso que seja pouco eficaz.
        Outra coisa é saber com quem prestar contas. Penso que o discipulador deva ser alguém espiritualmente mais maduro que o discipulando, espiritualmente falando, e que seja alguém em quem você possa confiar, já que eventualmente há o compartilhamento de problemas pessoais os quais não deveriam ser abertos para qualquer um.

        Penso que estas sejam diretrizes básicas sobre essa questão.

    • Vinicius Santos

      Mais um btcast riquíssimo! Parabéns Bibo e equipe, que Deus continue a te abençoar através deste trabalho!

    • Fabrício R. Luz

      Gostei do podcast e parabenizo tanto o host Rodrigo quanto o convidado, Pr. Jonas.
      Tenho certeza que quando alguém expõe suas ideias, o faz com o intuito de submetê-las à apreciação crítica, por isso não me constranjo em expor algumas divergências ao que foi dito, sempre no espírito da edificação e não da ofensa.

      Ao abordar a Igreja local e sua importância, eu vi no convidado exatamente aquele vício em forçar a interpretação em favor do establishment religioso reformado, aquele que prega de maneira soft alguns costumes do antigo judaísmo e do catolicismo romano como a intermediação necessária de uma classe clerical para uma vida cristã plena.
      Tal visão, não raro, descamba nas “igrejas-gueto”, voltadas para dentro, para os salvos, ou para as “igrejas-clube”, em que os salvos devem comparecer a todo custo na “casa do Senhor” (templo) e, inclusive ser mantenedora de suas diversas classes sacerdotais. Essa é a religião.
      Claro que admitir isso seria terrível, então se faz uma capa de Novo Testamento, apelando para a “vida em comunidade” ou para o “Deus coletivo”, ou recorrendo a situações específicas em que Paulo falava para a nascente comunidade cristã.

      Mas é claro que a Igreja, como corpo vivo de Cristo que é, deve priorizar as interações, as reuniões, as ações conjuntas, a conversa, o aprendizado em assembleias, a convivência, a união para a força. A igreja local é um dos melhores locais para a manifestação dos dons espirituais, mas não é o único. Acredito muito naquela metáfora da brasa que se apaga muito mais rapidamente fora do braseiro. Viva a igreja local!

      Mas não vejo como sagrada a placa na frente do templo, nem como “casa de Deus” as catedrais. Templos são locais de reunião e “Igreja” não é nossa turma de crentes.
      Igreja é o corpo e a noiva de Cristo e nós ainda não entendemos muito bem o que isso significa em toda sua plenitude. Corpo esse que deve ser unido e conviver para se fortalecer na fé e nas práticas consequentes dessa fé.

      O problema é que algumas denominações históricas ainda nadam no rio das castas clericais, do chão “sagrado”, do homem “ungido” poderoso, do Ministro reverenciado como “representante de Cristo”, do dízimo para a “Casa de Deus”…. Para o beija-mão falta muito pouco. Esse clero não difere muito do católico.

      O fato de a igreja ser uma “embaixada” do Reino de Deus no mundo, absolutamente não autoriza ninguém a avocar para si a condição de Chefe dos Embaixadores ou Conselho de Embaixadores e “emitir passaportes”. Por favor, isso é catolicismo medieval. O termo “embaixada” foi uma figura de linguagem significando que a Igreja é a atalaia, a amostra do Reino num mundo sem Jesus.

      Acho que a conversa foi pautada por uma intenção verdadeira de animar a união das pessoas cristãs, mas nas entrelinhas sempre esteve presente a presunção de que a igreja local e seus líderes são abençoados com a expressão da sã doutrina. Quando se falou em disciplina, por exemplo, convenientemente se passou ao largo da questão dos líderes abusivos, dos disciplinadores tiranos, dos tapados travestidos de pastor. O motivo disso é a nuvem que paira sobre a conversa de quase todo líder presbiteriano: a insinuação constante de que só há uma igreja “certa”: a deles e nela não há abusos. Quem não concorda é porque ainda não entendeu. Se nunca entender, é porque não é um dos eleitos. Ponto final.

      Quando o Pr. Jonas diz que não se deve criticar a instituição “para fora”, mas “para dentro”, creio que ele pensou numa instituição aberta à críticas (dificuldade 1), com líderes predispostos ao debate (dificuldade 2), ou que as eventuais críticas versassem sobre assuntos menores, subalternos e marginais aos dogmas da prática da igreja local. Mas nem sempre é assim. Como demonstrar dúvida sobre, por exemplo, o porque que “Deus não aprova o louvor feito com músicas seculares, ou com guitarra”? Ou “por que eu devo comparecer sete dias seguidos no culto tal para que Deus me abençoe”? Ou mesmo “por que essa interpretação da Bíblia é a certa ou esse modo de batismo é o certo”?

      Às vezes fica muito difícil conciliar a realidade de fé e dogmas das denominações com o que a gente sente o Espírito Santo nos dizer, seja pelo aprendizado bíblico ou pela revelação do dia a dia – Aliás, há quem diga, por exemplo, que Deus não se revela pra qualquer um, somente para um agente institucional do clero que interpretou a Escritura – Quando nos deparamos com esse contraste entre o que se pratica na igreja e o que a espiritualidade interna diz, só nos resta tirar a prova real e nos aprofundarmos no assunto, pedindo para o Espírito nos conduzir. Se essa condução nos leva para a conclusão de que a prática religiosa é equivocada, e até nociva, o que fazemos? Se discutimos “internamente” a questão, seremos obrigados a nos curvar, pois igrejas como instituição nunca abrem mão de seus dogmas de prática. Seremos silenciados, não sem receber um discreto carimbo de “cuidado” na testa. Se insistimos na discussão, recebemos outro carimbo, o de “rebelde”, aquele que quer causar divisão no rebanho. O que resta? Sufocar a convicção por medo das “maldições” implícitas em “abandonar a igreja” de nunca ter sido “um dos nossos”?
      Particularmente acho que a opção correta é abandonar aquela tradição religiosa. Aliás, esse foi um dos fundamentos da Reforma, não é mesmo? Se vestirmos a pele de cordeiro que tudo aceita, os lobos estarão tranquilos. A inquietude é uma virtude cristã, e modular essa filosofia de vida em caixinhas rituais é um crime contra a liberdade de espírito que Cristo nos dá.

      Senti no contexto da conversa que se deve questionar e abandonar a igreja “errada”. Já na tradição religiosa “certa”, até é admissível a contrariedade, mas não o abandono, porque a tradição “certa” é inquestionável. Se você não concorda, “nunca foi um dos nossos”.

      Agradeço a atenção e peço escusas por eventuais asperezas na linguagem. Somos espíritos livres, voluntaria e graciosamente submetidos a Cristo. Que a religião e seu clero nunca nos tirem isso.

    • Rafael Paiva da Silva

      O Jonas falou sobre a importância da disciplina na igreja, mas eu sinceramente não entendo como isso seria viável, a menos que se categorizem “pecadinhos” e “pecadões”, que sei que a maioria não concorda com isso (o @bibotalk:disqus já disse que não existe pecadinhos) é totalmente inviável colocar alguém em disciplina por estar em pecado, pois todos estamos pecando diariamente! Só se a disciplina serve somente para o casal de namorados que fizeram sexo, mas o homem casado que cobiça diariamente e a mulher que fofoca com a vizinha não entrarem na disciplina da igreja.

    • Fabrício R. Luz

      Gostei do podcast e parabenizo tanto o host Rodrigo quanto o convidado, Pr. Jonas.
      Tenho certeza que quando alguém expõe suas ideias, o faz com o intuito de submetê-las à apreciação crítica, por isso não me constranjo em expor algumas divergências ao que foi dito, sempre no espírito da edificação e não da ofensa.
      Ao abordar a Igreja local e sua importância, eu vi no convidado exatamente aquele vício em forçar a interpretação em favor do establishment religioso reformado, aquele que prega de maneira soft alguns costumes do antigo judaísmo e do catolicismo romano como a intermediação necessária de uma classe clerical para uma vida cristã plena.
      Tal visão, não raro, descamba nas “igrejas-gueto”, voltadas para dentro, para os salvos, ou para as “igrejas-clube”, em que os salvos devem comparecer a todo custo na “casa do Senhor” (templo) e, inclusive ser mantenedora de suas diversas classes sacerdotais. Essa é a religião.
      Claro que admitir isso seria terrível, então se faz uma capa de Novo Testamento, apelando para a “vida em comunidade” ou para o “Deus coletivo”, ou recorrendo a situações específicas em que Paulo falava para a nascente comunidade cristã.
      Mas é claro que a Igreja, como corpo vivo de Cristo que é, deve priorizar as interações, as reuniões, as ações conjuntas, a conversa, o aprendizado em assembleias, a convivência, a união para a força. A igreja local é um dos melhores locais para a manifestação dos dons espirituais, mas não é o único. Acredito muito naquela metáfora da brasa que se apaga muito mais rapidamente fora do braseiro. Viva a igreja local!
      Mas não vejo como sagrada a placa na frente do templo, nem como “casa de Deus” as catedrais. Templos são locais de reunião e “Igreja” não é nossa turma de crentes.
      Igreja é o corpo e a noiva de Cristo e nós ainda não entendemos muito bem o que isso significa em toda sua plenitude. Corpo esse que deve ser unido e conviver para se fortalecer na fé e nas práticas consequentes dessa fé.
      O problema é que algumas denominações históricas ainda nadam no rio das castas clericais, do chão “sagrado”, do homem “ungido” poderoso, do Ministro reverenciado como “representante de Cristo”, do dízimo para a “Casa de Deus”…. Para o beija-mão falta muito pouco. Esse clero não difere muito do católico.
      O fato de a igreja ser uma “embaixada” do Reino de Deus no mundo, absolutamente não autoriza ninguém a avocar para si a condição de Chefe dos Embaixadores ou Conselho de Embaixadores e “emitir passaportes”. Por favor, isso é catolicismo medieval. O termo “embaixada” foi uma figura de linguagem significando que a Igreja é a atalaia, a amostra do Reino num mundo sem Jesus.
      Acho que a conversa foi pautada por uma intenção verdadeira de animar a união das pessoas cristãs, mas nas entrelinhas sempre esteve presente a presunção de que a igreja local e seus líderes são abençoados com a expressão da sã doutrina. Quando se falou em disciplina, por exemplo, convenientemente se passou ao largo da questão dos líderes abusivos, dos disciplinadores tiranos, dos tapados travestidos de pastor. O motivo disso é a nuvem que paira sobre a conversa de quase todo líder presbiteriano: a insinuação constante de que só há uma igreja “certa”: a deles e nela não há abusos. Quem não concorda é porque ainda não entendeu. Se nunca entender, é porque não é um dos eleitos. Ponto final.
      Quando o Pr. Jonas diz que não se deve criticar a instituição “para fora”, mas “para dentro”, creio que ele pensou numa instituição aberta à críticas (dificuldade 1), com líderes predispostos ao debate (dificuldade 2), ou que as eventuais críticas versassem sobre assuntos menores, subalternos e marginais aos dogmas da prática da igreja local. Mas nem sempre é assim. Como demonstrar dúvida sobre, por exemplo, o porque que “Deus não aprova o louvor feito com músicas seculares, ou com guitarra”? Ou “por que eu devo comparecer sete dias seguidos no culto tal para que Deus me abençoe”? Ou mesmo “por que essa interpretação da Bíblia é a certa ou esse modo de batismo é o certo”?
      Às vezes fica muito difícil conciliar a realidade de fé e dogmas das denominações com o que a gente sente o Espírito Santo nos dizer, seja pelo aprendizado bíblico ou pela revelação do dia a dia – Aliás, há quem diga, por exemplo, que Deus não se revela pra qualquer um, somente para um agente institucional do clero que interpretou a Escritura – Quando nos deparamos com esse contraste entre o que se pratica na igreja e o que a espiritualidade interna diz, só nos resta tirar a prova real e nos aprofundarmos no assunto, pedindo para o Espírito nos conduzir. Se essa condução nos leva para a conclusão de que a prática religiosa é equivocada, e até nociva, o que fazemos? Se discutimos “internamente” a questão, seremos obrigados a nos curvar, pois igrejas como instituição nunca abrem mão de seus dogmas de prática. Seremos silenciados, não sem receber um discreto carimbo de “cuidado” na testa. Se insistimos na discussão, recebemos outro carimbo, o de “rebelde”, aquele que quer causar divisão no rebanho. O que resta? Sufocar a convicção por medo das “maldições” implícitas em “abandonar a igreja” de nunca ter sido “um dos nossos”?
      Particularmente acho que a opção correta é abandonar aquela tradição religiosa. Aliás, esse foi um dos fundamentos da Reforma, não é mesmo? Se vestirmos a pele de cordeiro que tudo aceita, os lobos estarão tranquilos. A inquietude é uma virtude cristã, e modular essa filosofia de vida em caixinhas rituais é um crime contra a liberdade de espírito que Cristo nos dá.
      Senti no contexto da conversa que se deve questionar e abandonar a igreja “errada”. Já na tradição religiosa “certa”, até é admissível a contrariedade, mas não o abandono, porque a tradição “certa” é inquestionável. Se você não concorda, “nunca foi um dos nossos”.
      Agradeço a atenção e peço escusas por eventuais asperezas na linguagem. Somos espíritos livres, voluntaria e graciosamente submetidos a Cristo. Que a religião e seu clero nunca nos tirem isso.

    • Fabrício R. Luz

      Será que meu comentário foi classificado como spam por ser extenso? Há limites de tamanho? Ou foi por outro motivo? Grato.

    • Cinthia Barbosa

      Nossa, que podcast sensacional!! Tenho que ouvir muitas vezes! Minha cabeça acabou de explodir com os dois jovens ricos!!

    • MUITOOOO BOMMMMM!!!!!!!

    • castrorafael

      Eu devo ter ouvido a parte dos 2 jovens ricos umas 6x em dias diferentes! hahahaha