BTCast 078 – Mitos e Verdades Pentecostais

 

Muito bem, moçada, mais #BTCast no AR. Bibo recebe os pentecostais Gutierres F Siqueira e Geremias Couto para falarem sobre os mitos e verdades do pentecostalismo.

Nesse episódio descubra se o dom de línguas cria uma nova categoria de crentes, saiba qual a compreensão de revelação do pentecostalismo e veja qual a contribuição do movimento pentecostal para o protestantismo.

Arte da vitrine Junior Peres, conheça o trabalho dele aqui!

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Categorias: Azusa,BTCast,Podcast

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  • Podcast tremendo! É fogo puro, mermão!
    Tá na hora de deixar o poder do Espírito Santo agir e não apenas se manifestar.

  • Jhon Wilker

    Baixando, mas galera tenham pena do meu HD, libera a versão em baixa (>.<)

  • Ótimo BTCast, acho que elucidou para muitos como o pentecostalismo não é de forma alguma apenas os excessos encontrados dentro da sua manifestação popular, mas uma doutrina séria e que atualmente percorre um caminho para o amadurecimento reflexivo.
    Agora Bibo, me responde aí, pra tu qual é a influência do conceito da segunda obra da graça na perspectiva de John Wesley, ensinada nas igrejas metodistas e nazarenas, e a teologia pentecostal de maneira geral?

    • Álvaro,

      A influência do metodismo no pentecostalismo, especialmente o norte-americano, é forte. Charles Fox Parham, um dos principais nomes do pentecostalismo no início do século XX, era metodista. William Joseph Seymour, outro importante nome do pentecostalismo e principal divulgador dessa doutrina, foi em parte da vida pertencente à Igreja Metodista Episcopal. Portanto, Parham quando desenvolve o conceito de Batismo no Espírito Santo como segunda bênção nada mais faz do que contextualizar a perspectiva wesleyana com um acréscimo: o falar em língua como evidência física e inicial.

      • Valeu mesmo, pela explicação cara. Deu aquela sistematizada nas informações que fervilhavam em minha mente.

  • Evandro Schechtel de Castro

    Legal Galera vai ter muito NEOpenteca se duendo hahahaha

  • Fernando Rodrigues

    Muito bom Podcast !
    Interessante ouvir o outro lado, quando temos pessoas tão bem gabaritadas, mantendo o nível do BTCast.
    Parabéns a todos.
    E Bibo fiz uma nota no Mosaico Teológico pg.74 e esperando a 2ªedição.

    Deus abençoe vocês!

  • Éder Corrêa

    Esclarecedor, e importante acho entender as doutrinas bíblicas para que se possa ter um firme fundamento.

    Deus lhe abençoe !!!

  • Samuel Paiva

    Fala Gente. Galera, parabéns! Como sempre mais um ótimo pod. Fiquei com algumas dúvidas:
    1) Na história que o pastor Jeremias contou,(amigo que fala grego e hebraico e recebeu profecia em grego) qual seria a função da ação divina em línguas nesse caso? Por que Deus não falou com ele em português se queria falar algo? Por que caso ele não falasse em grego e a ele não fosse dado o dom de interpretação ele não entenderia a profecia e a mulher deveria se calar de acordo com as orientações de Paulo, não? estou viajando? É que tento sempre pensar em qual a função da ação de Deus.

    2) Se entendi bem os dois convidados falaram que as línguas usadas por Deus no evento de dons de línguas são línguas conhecidas, existentes e não divinas, faladas por seres celestiais, ok em geral quando se fala isso se pensa no pentecoste, mas lá cada um escutava os outros falando no seu próprio idioma. Bom, imaginando uma situação onde havia um grego, um russo e um japonês e cada um só fala e entende a própria língua, se o grego recebe o dom de línguas e a língua por ele falada é o russo o japonês não entenderia, se os dois outros entendem a língua falada é uma terceira comum aos dois, dessa forma não pode ser entendido como uma língua espiritual e estranha àqueles a quem não se deu revelação?

    Espero não ter escrito demais! Abraço e parabéns.

    • Samuel,

      A língua quando interpretada tem como propósito a edificação da Igreja. Por que Deus escolheu outro idioma para falar se poderia fazer o mesmo em português? Difícil responder, mas certamente tal fato encheu mais de um fé o ouvinte ao constatar que um semi-analfabeto estava falando fluentemente em grego.

      De fato, quando não há interpretação, o interlocutor da línguas “estranha” deve se falar consigo mesmo, ou seja, baixo e sem atrapalhar o culto que é do Senhor. Isso é claro em 1 Co 14 e pouco praticado. O interlocutor pode e deve até falar alto, mas ao perceber que ninguém está interpretando, logo deve se reservar.

      As línguas estranhas são idiomas humanos ou angelicais? Essa polêmica não faz muito sentido, logo porque a ideia é que seja uma língua desconhecida para quem fala. Pelas evidências no livro de Atos e o tom simbólico que Paulo usa em 1 Co 13.1-2, logo as línguas são, pelo menos em sua maioria, outros idiomas. O importante atentar é que é outro idioma, ou seja, constitui frase com sintaxe, morfologia etc.

  • Baixando para escutar hoje durante o culto. hahaha

  • Vando

    Ouvi tudo. Mas não achei muito convincente a resposta da para as questões: 1ª. a segunda benção criar “uma categoria superior de crente”, e 2ª. a continuidade de profecia não fere a suficiência das escrituras. Dizer que “o batismo no E.S. é um revestimento de poder”, que uns não tem, obviamente cria a classe “daqueles que foram revestidos de poder para evangelismo e missão”. Dizer que a profecia não é outra forma de revelação porque não é escrita, também num foi um bom argumento, dizer que atualmente existe uma profecia escrita e uma profecia verbal, faz com que coexistam duas palavras proféticas. Paulo diz que a revelação veio através dos “apóstolos e profetas”, os escritores bíblicos usaram de uma tradição oral precedente, que obviamente eram fruto de revelação profética. Logo dizer que tiveram profetas que não escreveram livros, não significa que seus ensinos não estejam incorporados no Canon. O próprio Jesus não escreveu nada, mas seus ensinos foram registrados na Bíblia.

  • Fabiano Andrade

    Muito bom Podcast !
    2ª edição? nossa… ainda nem recebi a primeira já está vindo aí a segunda? se eu imaginasse iria esperar.

    Fiquem com Deus.

  • Marcel Lima

    Bom galera..graça e paz..ótimo podcast Bibo..realmente para um ex pentencostal como eu..o falar em línguas e profetizar são status de pessoas de Deus na congregação. E se você não tem algum desses dons você não tem o Espirito santo em você..quando eu era membro da Assembléia (desde que nasci até os 19) pessoas chegavam em mim e perguntavam como conhecia um pouco as escrituras..pregava..mas não falava em línguas..uma coisa do movimento pentencostal não podemos negar..ele entrou em camadas que as igrejas históricas estão pouco presentes..nas favelas.. Moro em Santos-SP..na Favela da Alemoa aqui perto..tem Deus é amor..duas assembléias de Deus..O Brasil para Cristo…o Grande problema é que como é um povo simples..acaba não tendo uma compreensão mais correta das escrituras.. Meu Sonho é criar um trabalho gratuito que possa dialogar e ensinar teologia de forma clara e objetiva pra essas igrejas..pelo menos para as que demonstrem mais aberturas..fiquei empolgado com o dialogo entre Históricos e Pentecostais…tem que rolar mesmo isso ..Deus abençoe..

  • Célio de Castro

    Ô glória! Com certeza mais um BTCast fogo puro. O grande Gutierres participando outra vez por aqui, e foi através do blog dele que conheci o BTCast.Expectativas pra ouvir a mil.

  • Paz!
    Gostei do alto nível do podcast sobre pentecostalismo.
    Em geral gostei muito das explanações do Gutierres e Pr Geremias.

    Concordo com o Gutierres inclusive sobre a necessidade de produção acadêmica pentecostal no Brasil. Realmente falta isso e fico feliz que o Gutierres queira seguir esse caminho. Força brother!

    Gostei da afirmação sobre a evidencia do BES não se limitar apenas ao dom de línguas e que isso é marca teológica apenas da Assembléia de Deus, pois não representa todos os pentecostais clássicos. Foi bem colocado!

    Gostei tbm da distinção entre teologia popular e oficial – muita gente não entende isso.

    Mas quero dar uns pitacos:

    1) DOM DE LÍNGUAS NO CULTO: Discordo da afirmação de que os pentecostais devam limitar o uso do dom de línguas a 2 ou 3 pessoas e que estaríamos fora do padrão bíblico. Creio que muitos pentecostais passaram a ler 1Cor14 com “óculos reformados” – no desejo de combater alguns excessos abraçaram uma interpretação restritiva do texto.

    Mesmo que haja um momento no culto onde todos oram em línguas, o culto pentecostal é edificante pois tem louvor, pregação, etc. Os reformados interpretam 1Cor 14 como se apenas 3 pessoas pudessem falar em línguas no culto e desde que haja intérprete. Mas Paulo referia-se às pessoas que dirigiam o culto e não ao uso do dom como louvor particular. Comento isso no meu blog:
    http://confraria-pentecostal.blogspot.com.br/2014/07/dom-de-linguas-no-culto.html

    2) REVELAÇÃO
    Sobre os dons de revelação é evidente que não se tratam de “revelação doutrinária”, mas sim “revelações específicas” – por exemplo, Deus usou o profeta Ágabo para revelar que Paulo iria sofrer em Jerusalém (Atos 21.10-14).

    Paulo ensinou que pode haver revelação num culto:
    1Co 14:26 Portanto, que diremos, irmãos? Quando vocês se reúnem, cada um de vocês tem um salmo, ou uma palavra de instrução, uma REVELAÇÃO, uma palavra em língua ou uma interpretação. Tudo seja feito para a edificação da igreja.

    3) PROFECIA
    Sobre o clima de respeito quando há profecia tenho impressão que isso acontecia nos tempos do NT. É o que me parece lendo esse texto:

    1Co 14:24 Mas se entrar algum descrente ou não instruído quando todos estiverem profetizando, ele por todos será convencido de que é pecador e por todos será julgado,
    1Co 14:25 e os segredos do seu coração serão expostos. Assim, ele se prostrará, rosto em terra, e adorará a Deus, exclamando: “Deus realmente está entre vocês!”

    4) PENTECOSTAL REFORMADO
    Concordo que um continuísta seja denominado como carismático. Mas acho descabido chamá-lo de pentecostal se ele segue outra linha teológica. Existe uma teologia pentecostal. Ser pentecostal portanto não se resume a acreditar no Batismo com Espírito Santo ou nos dons. Há um conjunto de doutrinas no arcabouço pentecostal que diferem das doutrinas reformadas. Para citar dois exemplos os pentecostais são majoritariamente arminianos e credobatistas.

    • Uma igreja avivada que batiza crianças pode ser chamada de carismática, mas não faz sentido denominá-la como pentecostal.
    • Uma igreja luterana que se renovou não é uma igreja pentecostal no pleno sentido do termo – é carismática!
    • Uma igreja presbiteriana que se renovou não é uma igreja pentecostal, e sim carismática.
    http://confraria-pentecostal.blogspot.com.br/2013/12/pentecostal-reformado-contradicao-de.html

    Espero ter contribuído com o debate de alguma forma.
    Abraços!

    • Gabriel

      Caro Cléber
      Não sei se contribuiu com o debate, mas o seu ponto de vista sobre 1 Co 14 é muito interessante, e acredito que serve para que os pentecostais não “percam a identidade”, como foi levantado pelo Bibo.

    • Caro Cléber, a paz!

      Depois podemos discutir os demais pontos com mais calma, mas o ponto um (1) é um equívoco. Ora, considerar que a interpretação de limitação do uso de línguas no culto seja “leitura reformada” pelos pentecostais é um grande erro. Aliás, é ver chifre em cabeça de cavalo, pois não há NENHUMA, repito, não há NENHUMA influência do calvinismo nessa interpretação. Como disse o próprio pastor Geremias, o texto paulino é tão claro que nem precisa de muitas ferramentas técnicas para interpretá-lo. E outra: todos os grandes expoentes do pentecostalismo (alguns que eram arminianos convictos como Stamps) interpretavam o texto dessa forma. Veja, por exemplo, como Stamps falar na nota da Bíblia de Estudo Pentecostal (BEP) na página 1762: “Numa só reunião não deve haver mais do que dois ou três que falem, orem ou louvem em línguas, e isto somente com interpretação”. É a mesma posição de Thomas Hoover, Stanley Horton, French L. Arrington, Antonio Gilberto, etc. E nem poderia ser diferente….

      • Cleber

        Paz!

        Gutierres,
        como você sabe no meio teológico existe uma tendência a aderir a posições “reformadas” pois estas eram predominantes em nossos seminários e ainda exercem muita influência por terem maior erudição. Quando falo de reformados refiro-me a calvinistas e tbm a arminianos não-pentecostais. Eles têm uma tradição teológica mais robusta que os pentecostais por serem mais antigos e acabam influenciando os teólogos pentecostais ainda hoje.

        Por exemplo: vc sabe que os pentecostais no começo eram bem abertos ao ministério feminino e essa posição foi sendo mudada a medida que os pentecostais buscaram aceitação dos “evangélicos”. Até no vídeo de 100 anos da Azusa fala sobre isso.
        https://www.youtube.com/watch?v=SEMUWrFM2MA

        Mano, você tbm sabe que a posição pentecostal em Azusa e nos primeiros anos do pentecostalismo não foi essa de que apenas 3 pessoas falam em línguas no culto – tanto que o padrão pentecostal que se espalhou pelo mundo foi que todos podem falar em línguas ao adorar num culto. A restrição costuma ser ao uso no púlpito.

        Veja: O dom de línguas está sim limitado no que se refere ao uso NO PÚLPITO. O que afirmo é que o uso na adoração é permitido livremente. E é isso que vemos nas igrejas pentecostais, em Atos e em Corinto.

        A posição do Stamps me parece claramente de alguém afetado pela teologia “reformada-carismática”, embora ele seja arminiano. Tenho a BEP e sempre discordei dessa posição dele.

        Eu abraço a mesma posição que o Stanley Horton defende em sua teologia sistemática:

        —————————————-
        “É possível que os cultos (em Corinto) tenham sido dominados pelas línguas (14.23), e parece que os que falavam em línguas interrompiam uns aos outros para entregar suas mensagens, sem interpretação (14.27,28).”

        “Há uma pergunta fundamental a respeito dessa passagem. Estaria Paulo encorajando ou desencorajando períodos de adoração em que todos na assembleia falam em outras línguas?”

        “Os coríntios não deveriam consumir a totalidade do horário falando “uns depois dos outros” em línguas. Há um limite de duas ou (no máximo) três expressões em línguas com interpretações (14.27). O propósito básico das línguas estranhas com interpretação é adorar a Deus e encorajar os outros a fazer o mesmo. Se uma congregação está disposta a adorar, não serão necessárias mais que duas ou três exortações para situá-la nesse propósito.
        Em Atos 2.4, 10.44-46 e 19.6, vemos que todos falavam em línguas na adoração coletiva. Nenhuma interpretação é mencionada. A interpretação sem preconceitos de 1 Coríntios 14.2,22-25 não pode negar que todos adoravam em línguas ao mesmo tempo. Paulo e Lucas não se contradizem mutuamente.”

        “Se o propósito primário das línguas é louvar a Deus, as línguas com interpretação encorajarão as pessoas a adorar. Assim, recusar às pessoas a oportunidade de adorar a Deus em línguas parece uma contradição. Nesse caso, Paulo estaria dizendo: “Adorem com o entendimento na assembleia, mas não no Espírito. Somente duas ou três pessoas têm licença para aquela experiência”. Que diremos das reuniões em que a oração é o tema principal na agenda? Ou das reuniões que visam encorajar os outros a receber a plenitude do Espírito? Ou dos momentos de pura celebração espiritual? Quando Deus nos toca, no meio de qualquer assembleia pública, nós correspondemos. Essa nossa resposta, no entanto, não deve atrair sobre nós mesmos qualquer atenção indevida.

        O reavivamento pentecostal/carismático no mundo inteiro jamais se desculpou pela celebração espiritual genuína. Tem, sim, encorajado a adoração sincera. O espírito do indivíduo não é abafado pelo coletivo. Pelo contrário, é plenamente aproveitado no Corpo, com o devido controle. O dom de línguas não está limitado aos devocionais particulares. Pelo contrário, aprendemos no modelo da adoração pública a maneira de adorar em particular.”
        —————————————-

        Há teólogos pentecostais hoje que se distanciaram dessa posição. É visível que muitos pentecostais estão bebendo de fontes reformadas por achar que isso pode conter exageros (como o movimento reteté). Mas estão receitando o remédio errado!

        Respeito quem pensa da maneira reformada-carismática, mas não se pode negar que boa parte dos pentecostais aceita a adoração em línguas no culto, embora restrinja o uso no púlpito.

        Essa é a tradição pentecostal predominante!

  • Enviei 2 vezes porque o primeiro post ficou truncado…

  • João (fogo puro) Lucas dos Santos

    Rapaz, esse podcast tá só as labaxerias!

    Vou deixar aqui um vídeo para a edificação dos irmãos:
    http://www.youtube.com/watch?v=QXJegv5jHjE

    Att,

  • César Aguiar

    Prezados graça e paz! Baixei ontem a noite e desde então ouvi duas vezes esse pod, está muito bom, e gostei demais das exposições dos convidados, porém, apesar de ter sido enfatizado algumas vezes sobre teologia oficial e teologia pessoal, vejo ainda muitos discrepâncias na teologia assembleiana, porque o que é ensinado ao povo vem dos púlpitos, são pastores pregando, presbíteros, diáconos enfim, são os oficiais da igreja que têm ensinado. O povo têm culpa? Sim! Mas entendo que a liderança da igreja são os mais culpados, pela flata de instrução e preparação de seus obreiros! Sobre os dons, desculpe-me, mas é notável em qualquer igreja pentecostal que as revelações são peso maior que as escrituras.

    Abraços.

    • César Aguiar

      Para completar meu raciocínio, sou de uma igreja renovada, e sei das dificuldades de doutrinar (ensinar) o povo de acordo com as escrituras.

  • Wélica

    Pod nota 10!!! Obrigada BTCast! 🙂

  • Melhor POD que já ouvi sobre o assunto! Muito interessante!

  • Gabriel Corrêa

    Opa! Deixando meu “like” aqui… rsrsrsrs

    Baixei o arquivo e pelo que notei o final foi meio “sem fim”… Vamos ter uma parte II?

    Abraços, muito bom!

    • Mac

      Não, esse terminou mesmo, hehe. Mas a série Azusa continuará com outros temas.

      Abraço.

  • Denys Cruz

    Excelente, pod! Sugiro um post sobre o Templo de salomão. Abraço Bibo e equipe.

    • César

      Boa Denys! Sei que o Milho é um amante do A.T. então que tal um videopost heim?

  • Olá Galera,
    Ótimo episódio, uma boa levada com informação e argumentações relevantes.
    Bibo, vc citou o Episódio de PODCAST do AG para agregar ao tema, eu vou estender as recomendação com o Episódio do Irmão.com #062-Tradicionais_x_Pentecostais, que também tem tudo a ver com a reflexão em voga. Apesar de ter uma maioria de Tradicionais entre os participantes, o Giuliano mandou bem pelos Pentecostais. Do mesmo jeito que vocês fizeram neste episódio BTCAST#078.
    Parabéns! #TAMUJUNTO.
    A PAZ

  • Eduardo

    Falando em relação ao que foi comentando anteriormente sobre o fato de que os pentecostais são “majoritariamente arminianos”, até onde sei, o arminianismo não é a posição oficial do pentecostalismo. Além disso, nesses 16 anos vivendo no meio pentecostal, conheci pouquíssimos arminianos. Na verdade, muitos pentecostais são, infelizmente, semipelagianos.

    • 80% dos pentecostais não sabem o que são no campo soteriológico. 19,90% são arminianos.

  • Thaíssa Nunes

    Muito bom este pod! Gostei muito da parte que vcs falaram sobre o “êxtase do espírito santo”. Estão de parabéns. A paz!

  • Deborah

    Demitiram o Bibo com a esposa dele grávida?! :O

  • Yane

    Realmente, bastante coisa nova aprendida. Sou tradicional/reformada, mas também me surpreendi com a questão do êxtase, eu pensava que quando o Espírito Santo se manifestava teria o êxtase mesmo. Também não sabia do falar em línguas como foi falado, sem ser uma diferenciação entre pessoas, mas ocmo benefício para evangelização. Muito interessante.

    Obs.: A-MEI o “Eu sou pentecostal disso sim tenho orgulho / Glória a Deus e aleluia ainda é o melhor barulho” kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

  • Galera, que programa incrível! Papo simples e claro! Inspirou até uma futura pauta de um futuro episódio lá de Os CabraCast, quem sabe não contamos com o Bibo! Abração!

  • Henrique Rebello

    Graça e Paz a todos
    é minha primeira vez aqui no site comentando, e nutro imenso agradecimento a Deus por existir este espaço de debate e diálogo cristão, onde a exortação é sugerida, oferecida e sugestionada pelo conteúdo aqui colocado com apropriado vigor missionário e edificador.
    Posso dizer que por vezes me vejo em “êxtase” no processo de elucubração.E no diapasão das “”, digo ao Bibo, não retire esta palavra do livro. Nossa língua é tão bela e propícia ao pensamento que muitas palavras possuem diversas aplicações, tendo seu sentido derivado do contexto em que esta inserida.
    E por isso digo, sim, há momentos de êxtase no cristão revestido e cheio do Espírito Santo. E isso não significa estar fora de si, mas sim a intensa sensação do relacionamento profundo com Deus na pessoa do Espírito Santo.
    Compreendo a explanação dos ilustres convidados deste post, e a eles me dirijo com maxima vênia, mas o que se revela em alguns argumentos, também observado nos argumentos de muitos pensadores, é a busca de uma definição em antítese a um erro.
    Quero dizer com isso que os exageros ocorridos em alguns fenômenos da liturgia e até mesmo da vivência pentecostal, não podem servir como caso geral de condenação aos mesmos na sua “modalidade”, (digamos assim para ficar bem claro), com ordem e decência.

    E no mais Glória a Deus por toda esta maravilhosa e deliciosa aventura pela Palavra de Deus

  • Episódio muito esclarecedor pessoal! Parabéns. Conheço pouco sobre o assunto e pude aprender bastante.

    Abraço
    EddieTheDrummer (PADD)

  • Esclarecedor! Por ser de uma igreja Pentecostal a uns anos e ter tido contato com várias apostilas de estudos bíblicos dessa corrente, fique com a impressão de que o modo como ele trataram o assunto, foi tipo anos luz de distância do que se vê ensinando por aí, como pode ter ficado tão longe a teoria da prática? E a teoria que eles apresentaram me fez pensar, poxa, porque não me ensinaram o certo? #chateada

  • Ildeones Costa

    Taí um post…(lembrei do poste do Alex….rs) que me fez entender o porque de eu haver saído da AD e nunca haver sentido falta. Eu vivi a fase de Pr. pôr literalmente pressão por um falar em línguas plástico, parte do roteiro. Nunca aceitei…Nunca achei que o batismo no Espírito se restringia ao dom de línguas, ou que eu não poderia questionar os profetas, ou que o Espirito não é sujeito ao profeta etc… ver isso sob uma ótica fundamentada em teologia prática é muito libertador. Faz uns doze anos que abri mão desses mitos e nunca me arrependi….agora sei porque.

  • João Marcos

    Sou de São Paulo-SP, nasci e cresci na Assembleia de Deus e fico feliz de saber da existência de teólogos como o Gutierres F. Siqueira e o Pr. Geremias Couto. No entanto, lamento o fato de que eles são raridade nesse meio. Concordo quando eles falam que há diferenças entre a Teologia Pentecostal e o que é pregado nos púlpitos. Acho que isso é extremamente preocupante, mas não vejo perspectiva de melhora.

    Pelo contrário, cada vez mais, vejo a influência do neopentecostalismo dentro de igrejas pentecostais clássicas e a teologia que se espalha pelas congregações é aquela ditada pelo mercado gospel. Dessa forma, o senso comum de que o Batismo com o Espírito Santo cria uma classe especial de crente permanece e, disso, se deriva todo tipo de heresia, idolatria e preconceitos.

    Cansei de ver crente idolatrando pregador “sapato de fogo”, se alegrando com pregações exaltadas e sem sentido. Cansei de ver cismas acontecendo na igreja onde eu nasci por causa de obreiros mais “espirituais” que lotavam cultos de oração com práticas que incomodavam o pastor local. Eles saíam da igreja, montavam suas congregações e arrastavam consigo toda aquela galera “viciada” nas emoções do culto. Se uma igreja não gosta de “reteté”, é taxada de morna (comparam com a igreja de Laodiceia em Apocalipse 3). Se não se pode fazer “pirocóptero humano” numa igreja, abramos outra igreja quente! O resultado já conhecemos: milhares de congregações isoladas com nomes criativos que cultivam a Teologia do Reteté.

    Fico surpreso quando vocês dizem que conhecem obreiros que não passaram pela experiência que os pentecostais clássicos chamam de Batismo com o Espírito Santo, pois, em quase 3 décadas entre pentecostais, não conheci nenhum. Pessoalmente, não conheço nenhum pastor pentecostal que tenha feito um curso superior de Teologia. E olha que eu vivo em São Paulo! No meio onde vivo, me parece que só há dois requisitos para a ordenação: ser casado e batizado com o Espírito Santo. Sinceramente, não dá pra entender como os pentecostais são maioria no Brasil e, mesmo assim, não existe uma Faculdade de Teologia Pentecostal tão importante quanto EST, UMESP, Mackenzie, FLT, entre outras. Não dá pra entender a dificuldade que vocês do Bibotalk têm na hora de encontrar algum pentecostal disposto a debater Teologia.

    Por essas e outras, cada vez mais tenho me aproximado das igrejas históricas, sobretudo das igrejas reformadas. Há anos nem me considero pentecostal, pra falar a verdade. Distorções teológicas sempre existirão em todas as igrejas, mas os protestantes históricos têm um mínimo de preocupação com a formação teológica dos seus ministros, além de preservarem na memória a História da Igreja. Isso me parece algo tão simples e de fundamental importãncia, mas muito difícil de ser implementado num meio tão diversificado, cheio de egos e desunido como o pentecostalismo.

  • Bibotalk

    Sobre o uso da palavra êxtase, segue o comentário do nosso revisor JA:

    ouvindo o BTCast sobre mitos no pentecostalismo, percebi que houve um probleminha com a palavra êxtase ou o termo experiência extática. Olha, Bibo, não acho que deva se preocupar devido a ter usado o termo no Mosaico, pois universalmente é esse o termo usado para o fenômeno que você quis descrever. Além do mais, êxtase tem MUITOS significados. Tudo bem que na patologia queira significar a perda de consciência, mas também indica alguém maravilhado, aborto, enlevado. Indica um grande prazer, alguém enlevado por algo que causa grande admiração. Veja os significados do site Dicio.

    s.m. Condição daquele que está emocionalmente fora de si ou tomado por sensações adversas, intensas e contundentes como: prazer, alegria, medo etc.
    Prazer vivíssimo, gozo íntimo, causado por uma grande admiração, enlevo ou pasmo.
    Patologia. Estado nervoso caracterizado pela perda de consciência da própria existência e pela abolição da sensibilidade a toda e qualquer ação externa.
    Estado de alma absorta na contemplação de Deus e das coisas do mundo sobrenatural: os êxtases de Santa Teresinha.

    E também o significado de absorto:

    adj. Pronuncia-se: /absôrto/. Característica daquilo que se absorveu; absorvido
    Figurado. Concentrado em seus próprios pensamentos; compenetrado durante a realização de algo; pensativo, preocupado, extasiado.
    Figurado. Que se encontra em estado de êxtase; enlevado.

    E, por último, enlevado:

    adj. Que está em estado de êxtase; encantado.

    Então, acho que limitar a palavra dessa forma é, no mínimo, injusto. A língua é bem vasta e abarca muitos significados. Uma nota de rodapé talvez resolva tudo!
    ———

    por isso não alterei no Mosaico!

    abraços

  • Giovani

    Muito bom! O que entendi realmente é que ser pentecostal tem muito pouco a ver com o que andam praticando por aí.

  • Isis

    Pessoal…muito bom msm ..demais esse podcast..parabéns msm…ach q a gente poderia falar mais em outros pods..sobre a teologia pentecostal…serie Azusa aí hein! 😉

  • Olá pessoal! Sou carismático sim senhor! Mas não petencostal. Lá na Igreja me ensinaram que a diferença estava na evidência do BES, que seria somente o dom de Línguas para os Petencostais e qualquer dom para os carismáticos. Será que essa definição vale? Na verdade é meio complicado dizer que é carismático. Tinha amigos meus que achavam que ser Carismático era porque minha igreja tinha uma liturgia bem pesada kkk bem voada essa, tive que explicar que carismático era “quase petencostal”.
    Lá na igreja as instruções de Paulo “são” (não garanto na prática, mas na teoria e em alguns lugares sim) seguidas a risca. Só pode falar em língua se tiver alguém para interpretar (meu bispo disse que se isso não fosse cumprido ele ia lá mandar a pessoa se calar kkk não sei se é exagero ou não).
    Lá na Igreja não há definição se a igreja é calvinista ou arminianista, mas temos ambos, com maioria “pra Calvino”. Muito massa o podcast, tô esperando essa mesa de conversa aí!
    p.s.: esperar a segunda edição pra comprar o mosaico kkk desde que lançou to enrolando pra comprar, desculpa aí!

    • Dá uma olhada no Pentecostalismo Metodista, que é até anterior ao assembleiano. As línguas são apenas um dom, não tem relação direta com o batismo do ES.

  • Bruno

    Parabéns pelo excelente conteúdo do blog.
    Sou crente da Assembléia de Deus, e confesso q fiquei pensativo sobre essa última parte de que por falta de uma teologia bíblica pentecostal dentro da realidade da cultura brasileira, nos torna um dos maiores responsáveis pelo surgimento do neopentecostalismo.