BTCast 074 – Gênesis 1-11 Mito ou Realidade

 

Muito bem, muito bem, muito bem, mais mais um #BTCast na área e desta vez, Bibo, Mac, Alex e Milho cumprem a promessa e se digladiam na discussão sobre como ler Gênesis 1-11.

Neste episódio, entenda a linguagem mítica, descubra… ah, nem sabemos como descrever o episódio, ouça por sua conta e risco e escolha o seu lugar no ringue

Arte da vitrine Junior Peres, conheça o trabalho dele aqui!

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Categorias: BTCast,Podcast

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  • João Lucas dos Santos

    Olá…
    Vamos ouvir…
    Sobre mitos, me lembro dessa conversa entre C.S. Lewis e J.R.R Tolkien sobre mitos.
    Essa também é minha simples e humilde opinião.

    http://www.youtube.com/watch?v=CQ31V85Qc-Q

    Att,

  • Raphael Gasparino

    Sensacional (como diz o Milho!!)
    Estou esperado desde o podcast sobre Gênesis, vamos ouvir…Abraços

  • Ramon Prietos

    baixando

  • Considerando a vitrine o DEBATE,KKKKK,foi bem acirrado.Acredito que será um episódio épico digno de BTCAST.KKKK.BAixando Agora…..

  • Robert

    Vamos ouvir.

  • Sou da ala do mito, mais do que realidade, todavia vamos ver os argumentos do Mac e do Milhoranza.

  • João Lucas dos Santos

    Amém!
    Agora ouvir um no barquinho pra cabeça parar de doer.

    Att,

  • Samuel Jr

    Ouvindo 🙂
    Um bom tema. Tem algumas linhas de pensamento sobre isso. Vale um bom debate

  • Pb César Aguiar

    Eita lasqueira!!! Mais um que com certeza vai dá o que falar. Vamos vamos, hemorragia à vista!!!

    Paz irmãos!!!

  • Paulo Cesar

    Desde já agradeço pelo BTCast, gostei muito.
    Deixando minha opnião:

    No BTVlog Adoradores de Lúcifer, falando sobre Isaias e a queda de Lúcifer, o Bibo assumi que em Is 14:12 é usado uma linguagem mítica
    com relação ao rei mas sem negar sua existência histórica.

    Ainda sobre o uso da Linguagem Mitológica para descrever fatos e figuras históricas, nós encontramos a analise de Karl Barth sobre Calvino:

    “Calvino é uma catarata, um bosque primaveral, um poder demoníaco,
    algo que desceu diretamente do Himalaia, absolutamente chinês, estranho, mitológico;
    careço completamente dos meios, das ventosas para falar de ou para apresentá-lo adequadamente.
    O que recebo é apenas um pequeno e tênue jorro e o que posso dar em retorno, então,
    é apenas uma porção ainda menor desse pequeno jorro.
    Poderia, alegre e com proveito submergir-me e dedicar o resto de minha vida a Calvino”

    Talvez alguém que nunca tenha ouvido falar de Calvino pense que ele não é um personagem histórico. Ainda que a linguagem seja poética sabemos que o personagem é histórico e tal linguagem teve que ser usada porque o autor, provavelmente, não encontrou uma forma melhor de expressar para seus leitores o que pensava a respeito de Calvino

    Fato curioso: Cientificamente comprovado que a serpente possuía membros

    Grande Abraço, Deus abençoe o trabalho de vocês.

    • Bibotalk

      sobre o fato curioso, o evolucionismo pode defender isso, porém, duvido que ele defenda essa evolução num período tão curto de seis mil anos, que é o que o criacionismo defende, em média. Que seja vinte mil anos. Então, fica complicado usar um argumento evolucionista numa posição criacionista. A não ser que a pesquisa que supõem os membros da serpente (e a pesquisa diz que ela andava ereta também?) tbm diga que esse processo evolutivo aconteceu a pouco tempo atrás e não a milhões de anos atrás…

      e sobre Calvino, bem, fica difícil explicar se você não entendeu o contexto da época…

      • Paulo Cesar

        Fico muito grato pela sua atenção.

        Bom Bibo, eu disse que era um fato curioso a serpente já ter tido membros pois acho
        que isso lança luz sobre o debate porém nunca afirmei alguma teoria criacionista da terra jovem.
        Sinceramente não acho que a terra tenha 6 mil ou 20 mil anos, é muito provável que ela tenha 4,56 bilhões de anos.
        Só quem tem esse tipo de problema com a datação são os que usam as genealogias de forma cronológica, e isso é um grande erro !
        Uma pergunta: onde, na Bíblia, afirma que a serpente andava ereta ? se pensarmos que ela tinha quatro pernas, após esses
        membros serem retirados ela rasteja sobre o próprio ventre. Não é necessário afirmar que a serpente
        era bípede !

        Com relação a Calvino: Eu percebi que no debate foram levantados dois argumentos principais sobre a
        linguagem usada em Gênesis: O primeiro afirmando que uma linguagem mítica não acomoda seres históricos.
        O segundo afirmava que a linguagem usada em Gênesis foi um paralelo, com objetivos apologéticos,
        à linguagem usada pelos povos de entorno. Meu objetivo com o exemplo de Karl Barth citando Calvino foi
        responder ao primeiro argumento, mostrando que é possível usar uma linguagem poética tratando de um
        personagem histórico. Talvez esse exemplo de Karl Barth não tenha deixado muito claro o que quis dizer mas
        o exemplo de Isaias acho que tira todas as duvidas, vemos ali uma linguagem mitológica sendo usada para descrever um ser
        histórico.

        Mais uma vez tenho que agradecer por esse ótimo BTCast. Ainda que não concorde com a interpretação oferecida por você e pelo Alex, ouvi bons argumentos de vocês. E para mim o que foi mais interessante é que antes eu costumava rotular esse tipo de interpretação como Liberal, agora vejo que não é o caso.
        Abraço

        • Bibotalk

          pode crer, sobre a serpente ela podia ser tipo um lagarto, saquei, tem sentido…

    • Pablo Diego

      Complementando o posto do Paulo Cesar:

      http://noticias.terra.com.br/ciencia/interna/0,,OI969767-EI319,00.html

  • Rebeca

    Achei até estranho essa discussão, para mim é tão certo que gênesis é literal…
    Mas uma fala do Alex que me deixou meio incomodada foi qdo disse que ele tenta adaptar a ciência com os relatos bíblicos, principalmente com relação à criação. No meu ponto de vista, isso é errado, porque muitas teorias como a que considera os dias da criação como eras (como ele mesmo citou) ou a teoria da lacuna são tentativas de conciliar a ciência com a bíblia, ai só sai besteira! Conheci o trabalho de um cientista criacionista cristão que explica isso muito bem, chamado Adauto Lourenço, que deu algumas palestras em conferencias da Fiel. Tem vários vídeos dele no youtube e no site da Editora Fiel também tem alguns áudios de conferências que ele participou falando inclusive sobre o dilúvio.
    Não devemos tentar conciliar a bíblia com a ciência, porque uma hora ou outra iremos ter que abrir mão de um dos dois.

    • Luciana

      É isso aí! Concordo em GNG. 🙂

  • Boa noite a todos Btcasts eu acredito fielmente na existências sim de Adão e Eva, pois se verificarmos através da arqueologia encontraremos a confirmação da existência de Adão e Eva.
    Vejamos, segundo arqueólogos, através de tabuinhas cuneiformes sabemos que o berço da civilização foi a mesopotâmia partindo testa informação ,também sabemos que se deu a origem de varias civilizações , e seguindo as informações dadas através de vários achados arquivológicos onde cada civilização descrevia o aparecimento de um ancestral único , e o mais interessante são os nomes , encontrados nas tabuinhas cuneiformes para esse ancestral único, seria estes nomes encontrados nos achados arqueológicos ,Adamus,Adime,Adapa,Alulim,Alorus,Atûm ,Adumuzi todos esses nomes foram encontrados em achados arqueológicos,vejamos todas essas formas seria uma variação ortográficas do mesmo nome Adão! Note que a forma Hebraica se adequá naturalmente em todas essas variações e a semelhança fonética é muito acentuada. Por isto e por outra s informações que não cabe aqui e que não tenho duvida da existência de Adão e Eva neste vídeo é auto explicativo https://www.youtube.com/watch?v=gbNzWAaAV_g abraço a todos. .

  • S. Junior

    Entender Gn 1-11 de outra forma que não seja literal e histórico é dar um tiro no próprio pé, teologicamente falando…

    Parabéns pessoal pelo tema abordado e ótimo debate..

    Pf façam uma parte 2 disso aí, pois ficaram mts pontas soltas..

    Abrs.

  • Leocádio Lafaiete

    Eu creio que no tempo da escrita de Gênesis, o mundo não estavam totalmente pronto (como acho que nunca estará) para entender os mistérios da criação, então acredito que o começo de Gênesis é como um pai tentando explicar para o filho de onde ele veio (coisa do tipo plantou uma sementinha na mãe e por ai vai), então acho eu que o Gênesis bíblico é um fato histórico sim, mas romantizado.

  • Marcelo

    Não seria a serpente a lilith?

  • Jefferson Kuszkowski

    Não acredito que há uma verdade absoluta conhecida sobre a criação bíblica. Creio que não havia conhecimento mesmo na época em que foi escrita. Temos um compacto histórico contado de forma mitológica pelo conhecimento da época, repassado por tradição oral hebraica e estruturado mais tarde sob inspiração divina.

    Deus criou tudo, inclusive as leis que regem todas as coisas. Sou evolucionista, creio que Deus tenha dado um “start” que permanece nos dias de hoje. Temos a natureza agindo por ela mesma, chuva/sol, noite/dia, estações do ano, o crescimento/madurecimento, etc. Não creio que isso limita ou diminui a soberania de Deus, pelo contrário, sei que em tudo isso só acontece porque Deus assim quis/fez. Vejo a mão de Deus nessas coisas lá no início.

    A mensagem de Gênese, independentemente da sua historicidade (embora não negue a possibilidade), é verdadeira e revela a espiritualidade por trás de acontecimentos reais complexos não vivenciados e/ou não compreensíveis aos escritores ou aos homens.

    Sobre as raças, fazemos isso artificialmente hoje com os animais, cachorros, gatos, galinhas… Simplesmente por cruzamento de animais com características semelhantes para gerar cada vez raças mais variadas. Os povos também se isolaram e se reproduziram entre si.

  • Luiz Fernando Nunes

    Fala pessoal, mais um excelente podcast. Continuo sendo ortodoxo (valeu Milho e Mac por defender a causa), mas vocês conseguiram ampliar minha visão, mostrando que existe um outro modo de ver as escrituras, sem negar a fé. Abraço e continuem com este projeto!

  • Felipe Rodrigues

    Olá,
    Realmente cumpre o que promete, não trouxe nenhuma edificação espiritual… kkkkkkk

    Mas tá valendo, foi muito bom a discurssão e os embasamentos de ambos foram ótimos…

    Aproveitamos a ideia do négocio (no meu ponto de vista)…

    Parabéns e vamos que vamos…

    Só que acho que seria bom se deter em assuntos mais relevantes a fé cristã, só acho… Mas continuamos a amizade e a parceria (vocês postam e eu escuto…)

    Fiquem na paz…

  • Já ouviram falar em hemorragia nasal? Pois é, tá rolando aqui até agora.

    Algumas perguntas surgiram, vamos devagar.

    Partindo do princípio que o Bibo defendeu: se excluímos a existência histórica do casal Adão e Eva, de um jardim do Eden e tudo o mais que compõe o relato da criação, já que esse relato foi “inventado” por Deus para dar ao povo uma noção de origem, por que não podemos dizer então que o ato criador de Deus também não faz parte desse mito inventado? Por que só Gn 1:1 é histórico e todo o resto do texto é” invenção”?

  • Roger Alcantara

    #TeamMilhoEMac

  • Vossa Sra. Gospel! Esse BTcast exprimiu um dos fight mais interessantes da história desse bloguezinho! Bom demais gurizadinha! Confesso que fiquei desconfiado de alguns posicionamentos. Mas, as dúvidas, neste contexto, foram bem-vindas! Forte abraço!

    • Valeu pela audiência mano!

      Quanto às suas desconfianças mano, que bom! Serão elas que te levarão a estudar a Palavra com ainda mais vontade e profundidade do que você tem feito. 🙂

  • Jhon Wilker

    essa fala “esses teólogos de plantão….” de onde foi retirado?

    • Mac
      • Deborah

        Morri! Nunca imaginei que fosse o bispo. kkkkkkkkk

      • Jhon Wilker

        lembrando de agradecer 9 meses depois 🙂 estou recapitulando

  • Názaro de Brito

    O Alex Istáurrêfer me representou!

    Vi nêgo falando do Adauto Lourenço… pelo amor de Deos, esse cara é uma piada! Ele não é cientista, fiquei sabendo ontem, por um doutor, diga-se de passagem, que nem doutorado esse Adauto tem! As coisas que vi ele falando me deu muita vergonha alheia… ele é um inocente, sabe de nada!!!

  • Junior

    História, como nós entendemos, é ciência. Gênesis precisa passar por um crivo científico pra ser aceito como histórico (o que não acontece). Já a leitura dele como literatura mítica, e só, não tem esse compromisso com a ciência.

  • Esse BTCast veio em ótima hora. Já indiquei para a pessoa que estava me perguntando sobre o assunto. O bom é que vocês conseguiram ficar dois de cada lado, dando a possibilidade de análise e reflexão para o ouvinte.

    Abraço
    EddieTheDrummer (PADD)

  • Mandem o link de onde tiraram essa vírgula sonora.

  • Sinceramente nunca me questionei sobre o que vocês discutiram. Na verdade nunca me passou pela cabeça o fato de Adão e Eva e toda a história que os cercam ser algo mítico. O mais engraçado é que se não levamos diversos versículos ao pé da letra, por que levar esse também?!

    Que nó! Hehehe

    Fico em cima do muro, tendendo a cair para o lado do Milhoranza e do Mac.

    De qualquer forma, apesar da ótima discussão, acredito que o fechamento do Milhoranza, ao brincar com a amizade entre vocês, que “não muda nada”, é o que importa, ou seja, independente de qualquer coisa que fique claro que devemos utilizar a Bíblia como fonte de aprendizado, inspiração, etc… Um verdadeiro manual da vida!

  • Marcos Belloto

    Sensacional, super saudável este episódio, só acho que a visão do Bibo ( que Deus deu uma “historinha” pro povo dele não ficar com ciuminho dos outros povos ) uma visão fraca e fácil de ser refutada ( veja bem, é apenas a minha opinião, respeito todas ) Mas genial, tava tão bom o papo que achei que acabou rápido demais… Excelente episódio, vou ter que escutar mais umas 2 vezes pra assimilar hehehe.

  • Jonas de Alvarenga Rosas

    Enquanto podcast, foi um bom episódio. Ouvir os integrantes do programa discutindo, UFC Teológico, até que foi legal, mas em nível de assunto… Com todo respeito não achei proveitoso, no final virou só uma discussão do que “eu acredito e vc não”.
    Tudo que foi falado já havia sido dito em eps anteriores de alguma forma, logo, acabou virando um programa de “quem esta certo e/ou errado” num assunto em que não é possível definir certo ou errado.

    • Bibotalk

      Fala Jonas, beleza? não sei se tu ouviu o início do episódio, mas a gente avisou que não teria proveito “pra alma” esse programa, avisado todos foram! Então…

      • Jonas de Alvarenga Rosas

        Ouvi sim e continuei até o fim pq quis ouvir, sou culpado disso! Contudo não muda o fato de que pode ter sido uma grande perda de tempo.

        É um episódio que dá pra ouvir lavando o carro ou no trem lotado tranquilamente.

        Mas eu curto vcs pra caramba, igual Lost. Quando assisti o final não me importava se seria bom ou ruim, a série já tinha ganhado meu coração, assim são vcs em relação a mim, podem gravar programa bom ou ruim (a meu gosto pessoal) que vou ouvir com prazer! hehehehehe

        Abç

        • Jonas de Alvarenga Rosas

          “grande perda de tempo” leia-se: pode deixar pra ouvir quando quiser dar umas risadas ou não estiver a fim de ficar escrevendo e anotando e tal… não quis dizer literalmente… sem ofensas, por favor.

    • Falæ Jonas, muito obrigado pela audiência mano!

      Na verdade, foi exatamente essa discussão de “você está errado e eu estou certo” que tentamos evitar.

      Se você perceber, chega uma hora que a gente mesmo pára de dar exemplos, justamente porque ficaria uma “encheção de linguiça”, pois todos já tinham dado seus argumentos.

      Logo, este episódio foi apenas para apresentar as múltiplas leituras da criação que podemos ter. E essas múltiplas leituras foram apresentadas por nós conforme a leitura pessoal de cada um (Mac + Milho vs. Alex + Bibo).

      No final, a gente quis mostrar que, independente da leitura pessoal de cada um, podemos andar e crer da mesma maneira. Nossas leituras individuais não impede uma caminhada cristã comunitária, sacou?

      Ou seja, o valor não está propriamente na leitura que fazemos, mas como isso se reflete em nossa vida comunitária. E, se você perceber, a leitura teológica continua a mesma.

      Portanto, eu acho sim que houve um proveito para a alma nesse sentido. Naquilo que não for possível definir certo ou errado caminhemos juntos naquilo que temos em comum e não naquilo que nos divide.

      Essa foi a grande lição desse podcast.

      Um grande abraço e muito obrigado pelo carinho que você tem por nós!

      Que o Senhor te abençoe e te guarde mano!

      • Jonas de Alvarenga Rosas

        Obrigado Milho! Ta entendido brother!

  • Eu achei o episódio válido:

    – Foi bom conhecer os pontos de vista de cada um, pois quando falarem dessa parte de Gênesis saberemos qual base de interpretação cada um tem.

    – Foi bom conhecer um pouco mais das teorias apresentadas.

    – Gostei da citação do Alex que diz que pouco importa se é literal ou mítico ou qualquer coisa do tipo, mas importa muito a lição e aplicação que cada trecho nos traz.

    – Gostei da exposição do Milho de dizer algo como que é uma linguagem mítica contando personagens históricos.

    – Apesar de não saber no que acreditar, acho muito mais legal a interpretação contida no apócrifo de Enoque sobre os Nephelins – é muito mais legal saber dos guardiões que ensinaram todas as artes para os homens… ahaha!

    – Por fim, sou do time do Mac + Milho. Mas diga-se de passagem que nasci/cresci em igrejas evangélicas.

    Valeu moçada, bom trabalho e continuem com o bom nível de pods!

  • Guilherme D.

    Esse episódio é um spin-afre (tudum pishhh).

  • Primeira vez que comento…mas, não a última 🙂

    Confesso que este episódio me deixou abalado, estou pensando nele desde ontem e ruminando cada uma das posições, segue abaixo o que até agora eu consegui sintetizar em minha própria maneira de ler a referida passagem.

    1- Gênesis 1-11 foi escrito de maneira mítica, mas conta uma história real. É um mito, que se cumpriu de fato, historicamente
    2- A escrita mítica permitiu, portanto, que algo real fosse tratado de maneira romanceada e com isso, que várias verdades fossem “encobertas” em uma perspectiva inteligível para época.
    3- Os paralelos encontrados em outras culturas apenas apresentam uma prova para uma origem única e para historicidade do primeiro casal, por mais que o relato bíblico apresentem características difíceis de serem compreendidas a luz dos paradigmas atuais isso não significa que não haja um acontecimento memorial lá.
    4- Sim, gêneses é uma reposta apologética, que tem paralelos com outras culturas, mas este paralelo é expressão de uma espécie de “memória cultural comum”, ou seja, a verdade da origem do Gêneses foi compartilhada por muitos povos, mas como a verdade de fato aconteceu está expressa no gêneses bíblico em uma linguagem didática, temporal e imersa culturalmente.

    Bem é isso… obrigado pelas hemorragias nasais e nós cerebrais. Fiquem na paz.

    • Deckin

      É isso!!!

  • Vinicius

    Olá, me interessei em saber mais sobre a posição que o Bibo e o Alex apresentaram… Vcs podem me indicar mais conteúdo? Vídeos, textos e etc. Qual o referencial bibliográfico desse ponto? Obrigado.
    Abs, e mais Btcast pra conta! Ótimo!

  • Lucas Cassemiro

    Excelente episódio pessoal!

  • Gleidson

    Infelizmente como minha mente tem a tendência a ficar mais como “besteira” do que com o que realmente presta a vírgula sonora deve ficar mais tempo na minha cabeça do que o assunto em debate! kkkk!
    Mas bacana o debate pessoal. ânimo ai!! Super abraço.

  • Medson Barreto

    Oi pessoal do BTCast,
    já fazem alguns 7 meses que acompanho vocês, e sou daquele tipo de ouvinte que ouve, acompanha, indica pra todo mundo e nunca comenta nada. rs
    Conheci o Bibo Talk pesquisando sobre escatologia e depois de ouvir a série sobre escatologia que vocês fizeram (e claro outras pesquisas) acabei me convertendo ao Amilenismo também. o/
    Neste espisódio vocês entraram um pouco no assunto genealogias, e uma coisa que está me intrigando desde que percebe são as diferenças das genealogias de Jesus apresentadas por Mateus e Lucas. Acho que este é um tema interessante pra ser colocado aí na pauta de vocês.
    Grande abraço.

  • Glória Hefzibá

    A editora Ultimato disponibilizou um ebook para download chamado “Teologia Bíblica da Criação”. Um completemento interessante para quem ouviu esse episódio do podcast!

    • Guilherme D.

      Pra quem entende inglês, há também a série “Doctrine of Creation”, do Craig, no seu canal do You Tube. Ele aborda uns pontos bem interessantes.

  • Alvaro Separovich

    Awe man

    gostei muito do podcast, e concordei com o Milho
    estava dando uma voltinha no youtube tmb e achei um comentario muito interessante
    http://youtu.be/DO8w7mxld88?t=9m8s
    tambem acho que, realmente, necessariamente, não podemos relativizar esse trecho da biblia

  • Edson

    Para mais informação sobre esse assunto:
    http://www.youtube.com/watch?v=DO8w7mxld88&feature=youtu.be&t=9m8s

  • Edson
  • André

    1º) Perguntei pessoalmente ao Ed René se ele é universalista. A resposta foi não e indicação de vídeo no u tube onde ele explica o porquê.

    2º) A genealogia é um fator cabal. Não tem lógica colocar um ser inanimado num documento. Seria como alguém se utilizar de um sobrenome italiano para afirmar que tem parentesco com Don Corleone (personagem que não existiu de fato)…

  • Vocês são ótimos!! Um exemplo claro de que é possível ter opiniões diferentes sobre assuntos como esse, debater, mostrar exemplos, argumentar, e ainda assim manter um ambiente saudável, descontraído e amigável.
    Parabéns!!
    Ah! Nessa eu tô com Mac e Milho mas de verdade, achei muito bons os argumentos dos dois lados.

  • Paulo André

    Bom galera “herege”. Haha!
    Na faculdade Teológica na qual eu estudo tem um professor que entende muito de AT, principalmente do prólogo primevo. O nome dele é Marcos Tedesco; o Bibo conhece ele. Seria interessante fazer um panorama desse assunto com ele. É só dica.
    Eu não vou deixar minha opinião, pois iria dar texto pra caramba. Mas para esclarecer, eu sou ortodoxo nesse assunto.
    Valeu, abraços!
    Em Cristo!

  • tiago

    Ola pessoal. Grande pod cast ri muito! Bom gostei muito do tema e ja tinha estudado sobre, confesso que tinha muitas duvidas sobre genesis , mas minha fé me levou a continuar crendo na literaridade. Certo dia ouvi um congresso da editora fiel sovre o diluvio de genesis, com o pr Adalto Lourenço e achei fantastico a explicação dele com base no que a ciência e a bíblia nos fala, e como as coisas se encaixam gostaria muito, muito mesmo que vocês fizessem um pod cast com ele, ele e um cientista, alguém que realmente entende a ciencias e a palavra de deus, por favor, pensem com carinho e não levem em conta os erros ortográfico, estou digitando de um celular.

    • Alex @stahlhoefer

      Tiago,

      obrigado pela audiencia e pela sugestão.
      Abraços

  • Samuel Paiva

    Bom dia senhores.
    Vocês fazem uma diferenciação interessante entre linguagem mitológica e mito e a explicação é que mito envolve a relação de deuses com a humanidade e não de um único Deus (se entendi bem). Poderiam falar um pouco por favor como essa visão explica o uso de Elohim (plural) e o uso do plural outras vezes no trecho de Gen 1-11, inclusive mostrando debates entre esses entes criadores? Também gostaria de saber se a visão de mito de Mircéa Eliade é endossada por vocês ou se ela se encaixa na classificação anterior. Obrigado.

    • Alex @stahlhoefer

      Quando falamos de mito e linguagem mitológica fazemos uso de conhecimentos da ciência da religião, como o do conceito de Eliade, porém aqui eu e o Bibo aceitamos um conceito do Werner Schmidt, um estudioso do Antigo Testamento. A questão do plural em elohim é majestático pra ele, simplesmente ele explica dizendo que a divindade, por ser acima de tudo, é descrita com o uso do plural de majestade, e que isso não quer dar qualquer conotação de que há mais de um deus ou deuses. Segundo vários hebraistas o plural de majestade é atestado em outras línguas semíticas onde reis o utilizam referindo-se a si mesmos, daí majestático. Então o plural não serve pra endossar que o relato de 1-11 seja mítico. O caráter da linguagem mitológica se refere ao fato de ele utilizar de textos mitológicos de fora (mesopotamia) e reinterpretá-los na visão teológica hebraica. Com isso o texto perdeu a característica de mito, mas não sua forma mitológica. O interesse do autor não seria de afirmar que factualmente cada evento ali narrado assim aconteceu, mas de interpretar aquilo que o senso comum já conhecia e dizer “assim foi que o único Deus fez, ao contrario do vcs estão por aí dizendo”.

      • Henrique Rebello

        Parabéns pelo podcast.
        Agora umas questões Alex…
        1- Existe forma de se escrever sobre a criação e o início de tudo, estando inserido na cosmo visão da época, sem ser de uma forma mítica?
        2 – O mitico não sugere algo fora dos padrões de realidade ao que o ser humano está acostumado a ver, e assim o sendo não seriam míticas as teorias científicas,onde o que esta além da compreensão humana (entenda-se deuses), apenas possuem outros nomes?
        3 – Houve ou não houve um primeiro homem e uma primeira mulher?
        4 – A mancha no pecado não estaria neste primeiro homem e mulher? Então porquê negar a existência de Adão e Eva?
        5 – Ademais, a sequência de gênesis 1 não esta plenamente vista no entendimento científico da gênese do universo e do planeta, e isto não é afirmado pelos cientistas?

        Fica ai a reflexão

        • Alex @stahlhoefer

          1. Não. Pra epoca o relato é o melhor que poderia ser escrito, pois era adequado ao conhecimento natural e apresentava uma teologia apropriada.
          2. Sim, mas daí dizer que explicações cientificas também são míticas não é correto. O problema das suposições cientificas é que elas são teorias baseadas em evidencias que precisam ser provadas. Como uma prova é quase impossível, elas ficam sempre no limbo da “fé científica”, e por isso, pode ser questionadas, rejeitadas, alteradas, melhoradas…
          3. Acredito que sim, ou uns primeiros homens e mulheres, talvez…
          4. Não. Se estivesse nele, então Deus criou o ser humano com defeito de fábrica. O “defeito” está no que o ser humano fez com sua liberdade em relação a Deus, e isto não tem a ver com sua composição física/espiritual, mas com sua responsabilidade.
          5. Não. Quem afirma isso é o povo do design inteligente, ou camaradas como o Adalto Lourenço. A ordem de Gn 1 é as vezes ilógica pros modelos científicos atuais. Apesar de eu continuar vendo muita beleza e a verdade no texto.

  • Ildeones @costa

    Caras,
    O que dizer…esse pod foi muito pancada…ouvi pela quarta vez agora e devo ouvir mais umas seis…rsrsrsrs.

    Mas a discussão foi demais, e estamos atentos ouvindo aprendendo e quando possível questionando.

  • Samuel Varela – Crato/CE

    Muito bom… Creio que o relato de Gênesis aconteceu mesmo. E não é um mito.

  • Branca

    Galera minha cabeça ta a mil mas ta valendo,vou ter que ouvir novamente.

  • Jonathas Kayran

    Isso sim que é um podcast hemorrágico. kkk.
    um tema excelente pessoal. eu tenho enormes duvidas sobre o assunto, mais ainda sim sou ortodoxo hehe. estou com o Mac e Milho. Mas Bibo e Alex falaram com muita propriedade, e deixaram ai um clina legal sobre o outro lado do assunto, que me tirou o medo de que se ele for verdade afetaria de alguma forma minha fé. vlw galera. Paz! que Deus continuem os abençoando.

  • Anderson Lima

    Usando a linguagem BTcast… SENSACIONAL!!!

  • Pedro Gamarra

    Olá Alex, tenho uma pergunta:
    – Se Adão é humanidade poderiam ser Caim e Abel civilizações ou cidades ? Isso anularia a pergunta: “com quem Caim casou”. Caim sendo uma cidade ou civilização, não casaria, pois cidades não se casam, certo?

    • Alexander Stahlhoefer

      Entendo Caim e Abel como dois modos de vida conflitantes. Caim é agricultor, sedentário, produtor de grãos. Abel é pastor, nômade. O primeiro tem condições de atingir certa autossuficiência através da técnica e do armazenamento da produção. O segundo precisa viver na dependência, pois até mesmo a pastagem não lhe pertence, assim precisa vagar em busca de melhor condições. A humildade de último e a arrogância do primeiro são contrastados no texto, demonstrando que Deus prefere a oferta daquele que se reconhece coo dependente e necessitado, enquanto que o soberbo e autossuficiente é rejeitado por Deus. Não se trata de uma condenação da agricultura e do sedentarismo, mas certa idealização de que a vida nômade e pastoril (os israelitas foram pastores desde a origem! Vide Abraão) é a que mais se aproximaria de um ideal, pelo menos nos valores que ela transmite.

      • Pedro Gamarra

        Muito bem obersvado!!! Obrigadão ❤