BTCast 055 – Cristianismo e Política

 

Muito bem moçada, mais um episódio no AR, e com ar de revolução! Mac, Alex e Gutierres conversam sobre um tema mamilônico, neste podcast que com certeza tirará sangue do seu nariz: Cristianismo e Política.

Afinal de contas Deus mesmo criou  o “ser humano político”, ou ele é um “acidente de percurso”? Vamos ver como a Bíblia apresenta as relações entre as pessoas e as consequências destas relações para o desenvolvimento de um cenário político. E Jesus, como ele retratou o papel do estado e a responsabilidade cristã? Como os teólogos interpretaram a Bíblia dentro dos seus contextos e apresentaram possibilidades de interação (ou não) entre a fé cristã e a política. Não por último o papo segue com o papel do estado e dos cristão neste, bem como o papel que a Igreja desempenha (ou deveria, ou simplesmente não!) na política.

Arte da vitrine por Junior Peres, confira o Flickr dele aqui!

Links comentados no episódio:

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Categorias: BTCast,Podcast

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  • Baixando!!!!demorô!kkkkkkkkkkkkkkk

  • Fechar a Boca para assuntos relevantes é cair na onda de quem tem opinião.tem que saber pra não dançar…..

    • Alex

      Fui eu q falei. Sua constatação é verdadeira Erasmo.
      O que falei foi no sentido da leitura posterior das tábuas da lei na história da Igreja, a primeira tábua é “teológica” a segunda é “moral”, obviamente os fundamentos de td ela é religiosa e civil e moral!! Mas era a esta “divisão” medieval e que ganhou corpo na Reforma com Lutero e Calvino a que me referia.

      • Erasmo

        Entendi. Mas essa divisão não consegue, no meu modesto entendimento, compreender o sentido empírico vivenciado pelos primitivos. Aliás e inclusive, a própria idade média não tem uma concepção jurídico-teológico-moral independente uns dos outros. É que, a concepção de um Direito que foge à interferência religiosa e moral (no sentido totalmente científico) é recente, data da Revolução Francesa. Quanto mais seria difícil para Adão, Eva, Caim, Abel e Sete, conceber um Estado (?) Liberal (?) que lhes fizesse Justiça (?) (com J maiúsculo mesmo) com regras impessoais (?), heteronômas (?) e genéricas (?), isto é,lei como o Direito a compreende. Excelente o tema. Parabéns.

        • Alex

          Não consegue mesmo Erasmo, tens mais uma vez razão. Talvez aqui as terminologias do direito e da teologia são muito semelhantes, mas usadas de maneiras completamente distintas.
          A ideia é a seguinte: antes da queda não há necessidade de lei moral, pq inexiste a inclinação para o pecado-ato como transgressão de uma regra moral. Após a queda (evento teológico-relacional / transgressão da “lei” no sentido teológico) o ser humano ao viver longe da relação com Deus está sob influencia do pecado original e portanto comete pecado-ato que são tanto teológico quanto morais (matar, p. ex).
          A argumentação foge totalmente do ambito juridico, é uma questão de causalidade teológica.
          Abraço

          • Erasmo

            Tudo o que ouvi e o que conversamos aqui, fez-me ventilar o pensamento segundo o qual a Moral se desenvolve e aceita novos conceitos e escritos, bem assim o Direito. As religiões (quaisquer delas), por sua vez, embora sejam interpretadas segundo o tempo em que vivem, dependem de uma dose cavalar de perenidade em seus ensinos e dogmas. Quero dizer, você tem UMA única Bíblia, UM único Talmude, UM único Alcorão que são interpretados (justificadamente, não é crítica, mas uma constatação – a qual não sei, confesso, se é de alguma profundidade). Obviamente, a mudança desses textos é naturalmente herética, rejeitada e incorreta, pois como mudar aquilo que o próprio Deus ditou e que os santos profetas tiveram como Palavra de Deus (juro que não sou herege…eu acho)? Mas, por outro lado, é essa ausência de mudança (aliada à ignorância) que fomenta muita das manipulações que hoje ocorrem no meio religioso. Pois, enquanto secularmente se distingue Moral, Direito e Religião, sendo que as duas primeiras se desenvolvem de forma livre e autônoma de modo a refletir a vivência social, isto é, conforme a sociedade em que insertas se desenvolvem. A Religião – pelos seus “líderes espirituais” -, exercendo um poder superior a todos os demais (afinal, oriundo do próprio Deus) impõe comportamentos e obediências dos fiéis que a eles se submetem sem crítica (aqui no sentido de avaliação dos argumentos). Então, a imposição de tributação (dízimo), obediência lideranças mesmo que estas sejam corrompidas, não usar tal e qual roupas e adereços, afastar-se de determinadas pessoas que contaminam o rebanho e por aí a fora. Lembro de um fato que verifiquei num seminário do qual fui aluno anos atrás em que se levantou a discussão entre teologia liberal e ortodoxa. Eu lia muita coisa acerca da teologia que achava muito interessante e gostava. Fiquei todo animado com a liberdade para pensar a religião daquela forma. Quando fui para um trabalho de grupo, verifiquei que tanto o professor como os demais colegas já tinham se definido pela teologia ortodoxa simplesmente pelo medo que a aceitação de conceitos trazidos pela teologia liberal pudesse lhes trazer. Daí que talvez a Religião, como a Moral e o Direito, devesse se desenvolver.

        • Fabio Thomaz

          Pessoal, nos últimos tempos tenho refletido muito sobre a relação entre a Igreja e o Estado.

          Esse pod caiu como uma luva!
          Muito obrigado!

          Um grande abraço

          • Valeu Fábio 🙂

            Mérito do Alex e do Gutierres, hehe. Eu fiquei só observando, mas também aprendi muito.

            Abração!

  • Sr. Steffens

    Ótimo tema, vou ouvir e depois tirar minhas conclusões!

    • Erasmo

      Lembro, sim. É muito bom ouvi-los. Obrigado a vocês por nos propiciarem tão agradáveis, calorosos e divertidos debates.

  • Rafael Rabelo

    O Bibo faz falta pra segurar um pouco a onda de bagagem teológica, deixando o papo um pouco mais palpável para leigos (sem perder a profundidade) De qualquer forma foi muito bom.

    A Deus seja a glória.

    Rafael Rabelo
    Boa vista – RR

  • Bryan

    Atá agora gostei muito da visão reconstrucionista e até agora não vi nada de anti-bíblico ou teologicamente estranho ao N.T.

  • Polêmica à vista…

    • Ricardo Velasco Leal

      Júlio Servo,

      A posição clara que o cristão deve aderir para manifestar-se no mundo é a de um testemunho saudável. Buscar a sabedoria e a transformação pessoal. Uma nação cristã só poderá ser feita através da influência positiva de cristãos vivendo o amor de Deus e não de leis obrigando uma conduta cristã.
      Uma bancada evangélica mais preocupada com ações sociais e menos com aborto e casamento gay. Um povo que se choca mais com crianças no sinal e moradores de rua do que com dois homens ou duas mulheres andando de mãos dadas.
      Pergunto qual a diferença da Marcha para Jesus da JMJ Católica.

  • Muito bom.