BTPapo 023 – Liberdade

Muito bem, muito bem, muito bem!

Começa agora o #BTPapo, mais uma atração teológica do BiboTalk.
Nesse episódio Alex bate um papo sobre a importância que o cristão tem de perseguir a justiça, principalmente no âmbito político, e como a liberdade do evangelho se relaciona com isso.

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Categorias: BTPapo,Vídeos

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  • Nossa.. Me senti no culto.. Haha.. Todo jeitão de pastor luterano.. haha.. Muito bom, mano.. Sou teu fã..

    • Alexander Stahlhoefer

      hahaha valeu Surian!!

  • Rodrigo A. Teixeira

    O movimento de esquerda está sentindo na pele que um igualitarismo baseado em um sistema político tendo como fonte de valor os próprios seres humanos jamais irá funcionar como ascensão econômica e moral.
    Apesar do homem praticar em minoria ações de bondade, ele jamais irá por si mesmo fazer o que é bom por causa da maldade condicionada pelo pecado que há em seu ser.
    Até quando a humanidade insistirá em querer fazer o que é bom sendo que ela insiste ser o centro dos valores morais, onde tudo é relativo e não há nada de concreto?
    A sociedade não pode evoluir por meio de um sistema no qual os integrantes são todos corruptos pelo mal em sua essência e os mesmos são os que formam o sistema.
    Um círculo vicioso, um círculo falível.

    • Alexander Stahlhoefer

      A mesma crítica vale pra direita, uma vez que antes de existir uma direita ou uma esquerda e até um centro no parlamento francês, já existia uma ideologia que unia os três: liberdade, igualdade e fraternidade, o lema central da revolução francesa. Tanto faz se uns davam mais valor à liberdade e outros mais à igualdade, ambos os grupos partiam do pressuposto de que o ser humano era capaz de manter a ordem e promover um estado de bem por meio da coerção da lei, seja via um contrato social, cf. Rousseau, seja via a força do imperativo categórico, cf. Kant.
      Teologicamente não há um circulo vicioso, uma vez que os reformados entendem mal a própria doutrina da depravação ao lerem ela do ponto de vista de uma antropologia pessimista. A inclinação do homem para o mal tem característica moral sim, mas ela tão apenas derivada da do pecado enquanto inimizade e alienação de Deus. Empiricamente não é verdade que o ser humano é incapaz para o bem, claro que empiricamente o ser humano também não é capaz de não fazer o mal. Dessa ambiguidade percebemos que há empiricamente uma prova do pecado do ser humano, mas ainda assim não dá para dizer que o ser humano é completamente incapaz de construir uma sociedade justa, até porque a fundamentação da sociedade justa está na razão pública do ser humano, esta que não por último é também dádiva de Deus, graça comum ou revelação natural, afinal de conta a lei escrita nos corações dos homens é o próprio imperativo categórico: “não faça aos outros aquilo que não queres que seja feito contigo”.
      Acredito que chutar fora a argumentação filosofica do estado usando o pecado como contra-argumento é mal interpretar o sentido teológico do pecado. Por outro lado elevar a interpretação filosofia ao nível de verdade absoluta é diminuir o valor da lei enquanto dádiva pela qual Deus reina absconditamente neste mundo caído.
      Abraços

      • Rodrigo A. Teixeira

        Alex, agradeço a resposta. O comentário abordado foi a partir da visão da situação que nos encontramos aqui no Brasil, porém isso vale para ambas vertentes filosóficas. Sei que a busca da sociedade justa vem da lei natural nos homens, ou seja, o fragmento de bondade (Romanos 2:14-15) que emana de Deus. Mas como a maioria não tem Deus como fundamento lei, a inclinação de solução final vai para as correntes filosóficas. E porque não podemos chamar essa inclinação de idolatria?

        • Alexander Stahlhoefer

          Eu sei que é complicado, mas teologicamente todas as principais teologias cristãs tem conceitos que permitem um dialogo com a sociedade e com as ciências (inclusive com a politica e a filosofia)
          – católicos creem em lei natural
          – luteranos em revelação geral e o primeiro uso da lei
          – reformados em graça comum
          Com base nestes conceitos teológicos é possivel unir forças com filosofias na busca por um estado justo. A grande contribuição da fé cristã é que ela é realista: não será possível atingir os objetivos neste mundo, por causa da natureza pecaminosa, mas a graça comum, a revelação geral ou a lei natural nos habilita a perseguir tais alvos.

  • Muito bom o conteúdo do vídeo! Parabéns Alex pela abordagem!