BTPapo 028 – Foi pra rua?

Muito bem, muito bem, muito bem!

Começa agora o #BTPapo, mais uma atração teológica do BiboTalk.
Nesse episódio Bibo deixa a teologia de lado e abre o coração para falar sobre suas impressões quanto a política brasileira.

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Categorias: BTPapo,Vídeos

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  • Isabelle

    Concordo que a mudança começa em casa com a educação dos nossos filhos e a nossa mesmo! #dia15nãovou

  • Tatiane

    Bibo… realmente dá um desespero ver que nada mudou (eu fui em 2013). Mas deixar de lado, ficar em casa reclamando no Facebook ou apenas sofrendo as consequências da corrupção não ajudam muito. Fui no dia 15… Não me arrependo. Não sou iludida acreditando que desta vez vai mudar tudo da noite para o dia. Mas a mensagem foi passada, que não aprovamos e que não estamos satisfeitos, nem inertes ao que está acontecendo. Como vivemos num país democrático… temos que saber cobrar e uma das formas é essa. Meu protesto foi nas urnas também… E Bibo… aqui em Vitória/ES não houve qualquer problema na manifestação e nem depredação de patrimônio público ou privado. Foi pacífico e bem familiar (muitas famílias com crianças e idosos participaram…). Mas seu sentimento também é meu…

  • Jefferson

    Bilbo, vou ser sincero sobre meu pensamento quanto as manifestações tanto deste ano quanto as manifestações de 2013. Há uma grande diferença nelas, sua motivação. Em 2013 o povo foi as ruas por causas nobres de apelo das massas. Iniciou-se pelo transporte público e levou outros temas a discussão. Não era uma manifestação anti-governo, embora tenha sido passada essa informação pela mídia que se quer sabia o que estava acontecendo. Neste ano, as manifestações são partidárias. Tivemos uma eleição disputada cheia de reviravoltas e com tentativas de golpes. Primeiro com a morte de um candidato e ascensão de outro, depois pela imparcialidade da mídia. Se você verificar a movimentação dos eleitores dos candidatos de oposição verás que não existia qualquer apoio ideológico a eles. A eleição se dividia entre apoiadores do governo e contrários a ele independentemente de quem assumisse. E é isso que vimos nas ruas.

    Qual o crime de Dilma? Nenhum. Estamos cobrando da presidenta algo que deveria ser cobrado de nossos congressistas. Cid Gomes que o diga. Jamais ouve no passado investigações sérias sobre corrupção neste país. Hoje há. No dia 15 teve inúmeros políticos e celebridades nas manifestações condenados ou investigados por corrupção. Então, a manifestação não era contra a corrupção? Não era. Era simplesmente contra o governo. Mas porque o ódio ao governo?

    Bom, algumas medidas assumidas como bandeira acabam trazendo com elas descontentamentos. A primeira, a tão falada Regulação da Mídia. Não é uma luta recente, já surgiu na era Lula e foi engavetada por Dilma no primeiro mandato. No segundo, esse tema está em pauta. Segundo, o Imposto sobre Grandes Fortunas. A quem esse imposto afeta? Terceiro, a Reforma política e o Fim do Financiamento Empresarial de Campanha. Este é a origem da maioria dos casos de corrupção no país. Por que não apoiar um governo que quer coibir isso? Mais uma prova de que as manifestações não são contra a corrupção, mas pela defesa de quem ganha com ela. Obviamente, muitos entram junto sem conhecer os reais motivos.

    Hoje temos a disposição várias ferramentas para lutarmos contra a corrupção, as manifestações são uma delas. Elas acontecem com o foco errado, pois são financiadas por quem quer assim. As manifestações contra a corrupção deveriam defender a Reforma Política com o Fim do Financiamento Empresarial de Campanha e exigir a Regulação da Mídia como prevê a constituição. Essa seria uma verdadeira manifestação contra a corrupção e suprapartidária.

    Toda pessoa pode acessar ao site da Transparência e fiscalizar o dinheiro público empreendido. Esta ao alcance de todos. Parece ser mais fácil ir as ruas com propostas vagas ou papagaiadas do que perder alguns minutos para fiscalizar o dinheiro investido nas causas reivindicadas. O importante é instruir a população, politizar, para que tenham consciência das causas que defendem e quais benefícios ou malefícios que elas trazem para todos. Os movimentos são importantes, mas o que representa a vontade do povo é o voto. Se há alguma incoerência, esta ocorre nas urnas.

  • Eric

    Caro Jefferson, me desculpe, mas você é petista de carteirinha, né?! Política não é como uma disputa entre Cruzeiro e Atlético (sou mineiro, para mim é mais fácil realizar essa associação). É muito mais do que isso. Basta acompanhar o que está acontecendo para você saber qual a indignação da população diante desse governo. Quanto ao cobrar dos políticos, concordo em parte. É função deles fazer bem feito aquilo que eles são pagos para fazer. Foram eleitos para isso. O que falta é vergonha na cara mesmo, falta de honestidade, de zelo e de cuidado da maior parte dos políticos brasileiros. É a mesma coisa de um filho ficar cobrando que sua mãe exerça um papel de mãe. Ela como mãe tem a obrigação de ser mãe. Só isso. Ficar colocando a culpa nos outros é muito fácil. Na época da eleição eu falei uma coisa: “na hora que o desemprego começar a bater na sua porta aí você vai mudar a mentalidade”. A gente só está no início da crise econômica gerada pelo desgoverno da governante atual. Se fosse zezinho do outro partido eu falaria a mesma coisa. A questão não é partidária. Isso vai afetar e já está afetando a vida de milhares de pessoas e quem mais vai sofrer no país é o trabalhador assalariado. Então o descontentamento é mais do que justificável.