• Welington Fernando

    Ao ler essas reflexões, fico a meditar nos “por menores da vida”. Queremos sempre ficar beirando o “macro”, e o “micro” é desprezado.
    Muitos olhariam a vida do personagem Carlos, e depois de tudo o que aconteceu, o já tratariam como uma pessoa recuperada e pronto para as cobranças sobre a vida espiritual. O que no decorrer da história se mostra que, por mais que já havia um tempo que ele não usava “entorpecentes”, mas, as motivações ainda estavam lá e que o agente motivados precisava ser destruído da vida dele. E é ai que entra o “micro”.

    Gostei, muito bom!