Lado a Lado #008 – Igreja e Pós Modernidade

Vivemos em um delicado e critico momento de mudança da modernidade para a pós-modernidade. O tradicional é questionado. O novo é proposto. Nas igrejas, as diversas denominações promovem diferentes formas de estilo de cultuar, motivando uma grande diversidade.

Para entender o que afinal é a pós modernidade, compreender o anseio jovem por mudança e compartilhar experiências pessoais sobre de cultos no lar e eventos de musica gospel/cristã, Andrea Menezes, Gabriellen CarmoTatinha Vidal e Silvana Silva recebem Giancarlo Marx para um descontraído debate, para que o Corpo de Cristo mantenha sua saúde.


Vitrine: Giancarlo Marx
Edição: Rogério Moreira Jr


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Se aprofunde no assunto..


Referências

  • SERAFIM, Maurício Custódio. SOBRE ESTA IGREJA EDIFICAREI MINHA EMPRESA: organizações religiosas e empreendedorismo. São Paulo, 2008
  • BARTH, Wilmar Luiz. O HOMEM PÓS-MODERNO, RELIGIÃO E ÉTICA: Teocomunicação. Porto Alegre, 2007
    BOFF, Leonardo. A voz do arco-íris. Brasília: Letraviva, 2000, p. 18.
  • ENNE, Ana Lucia. Já vale tudo? Dilemas éticos e suas representações midiáticas em tempos de paradigmas deslizantes: Antropologia de Comunicação de Massa. Campina Grande, 2016
  • DE ABREU, ANDERSON J. F. A IGREJA E SUA RELEVÂNCIA NO MUNDO PÓS-MODERNO: Como ministrar a Palavra relevantemente na pós-modernidade?. São Paulo, 2011.
  • MENDONÇA, Joezer de Souza. O GOSPEL É POP: MÚSICA E RELIGIÃO NA CULTURA PÓS-MODERNA. São Paulo, 2009.
  • MEDEIROS, Flávia. Música, igreja e juventude: Um estudo comparativo dos Vencedores por Cristo (anos 1970) e Ministério de Louvor Diante do Trono (anos 2000). São Bernardo do Campo, 2014.
  • JANIKIAN, Marcelo. Marketing e religião: o papel do marketing na origem, expansão e consolidação da Igreja Apostólica Renascer em Cristo. São Bernardo do Campo, 2006.
  • MARTINOFF, Eliane Hilário da Silva. A música evangélica na atualidade: algumas reflexões sobre a relação entre religião, mídia e sociedade: Revista da Abem. São Caetano do Sul, 2010
  • REFKALEFSKY, Eduardo & DURÃES, Aline de Araújo. Amém, Brother: Estratégias de comunicação mercadológica da Bola de Neve Church. Rio de Janeiro
  • DOLGHIE, Jacqueline Ziroldo. A IGREJA RENASCER EM CRISTO E A CONSOLIDAÇÃO DO MERCADO DE MÚSICA GOSPEL NO BRASIL: UMA ANÁLISE DAS ESTRATÉGIAS DE MARKETING. Porto Alegre, 2004.
  • DOLGHIE, Jacqueline Ziroldo. O GOSPEL DA RENASCER EM CRISTO E SUAS RELAÇÕES COM O CAMPO PROTESTANTE BRASILEIRO
  • GOULART, Denise Alessandra. O ESPAÇO DO JOVEM EM MEIO AO CRESCIMENTO EVANGÉLICO. Salvador, 2008.
  • MOREIRA, Raphael Oliveira. ANÁLISE DA APLICAÇÃO DA DIREÇÃO DE ARTE PUBLICITÁRIA EM ENCARTES DE CDS EVANGÉLICOS. Brasília, 2008.
  • DOLGHIE, Jacqueline Ziroldo. Por uma sociologia da produção e reprodução musical do presbiterianismo brasileiro: a tendência gospel e sua influência no culto. São Bernardo do Campo, 2007.

Categorias: Lado a Lado,Podcast

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  • Gente, que episódio topzera, top therm, faustop, Não queria que acabasse.
    A pergunta da Silvana foi essencial: “Será que não estamos customizando os nossos relacionamentos substituindo-os pelo ambiente virtual?”
    Dá pra viajar por horas nessa reflexão. E vcs todos responderam muito bem. Parabéns pelo conteúdo do Lado a Lado!

    • Silvana Oliveira E Silva

      Obrigada Erlan, tua opinião é muito importante para nós!

  • QUE EPISÓDIO!!!

    Esse com certeza é um episódio que precisarei revisitar algumas vezes.

    Parabéns!

    • Silvana Oliveira E Silva

      Legal Abner, tua opinião faz muito diferença. Obrigada!

  • Leonardo Oliveira

    Parabéns pelo episódio pessoal, é possível tirar varias reflexão daí.

    P.S. E imaginar o Rogério puxando pino no Crossfit foi impagável!! Heheh

    • Rogério Moreira Júnior

      Rogério nada! Quem fez a esquete foi o Marcelo Edreira

      • Leonardo Oliveira

        Eita! Eu jurava que… vou ouvir de novo.
        Tudo bem, falha minha… mas eu imaginei você, a imagem ejá desta aqui, desculpe. haha

        • Silvana Oliveira E Silva

          Eles são gêmeos de voz, mas não conta para ninguém!

          • Leonardo Oliveira

            Se o Marcelo Edreira apresentar um FdE inteiro dizendo que é o Rogério eu não vou perceber. Sou péssimo nisso hahahaha

        • Rogério Moreira Júnior

          Mano, não consigo me imaginar de crossfiteiro – o programa trava na hora de renderizar e dá tela azul depois

  • THIAGO MENILLO

    Cresci na Assembleia de Deus, na minha época não havia culto infantil e nunca tivemos dificuldade em assimilar o culto e a pregação e hoje, talvez pelo fato de a palavra e a adoração ser sempre muito presente nas famílias – nem tínhamos televisão – e hoje, trabalhando com crianças, vejo que elas também não tem dificuldade para isso, nos surpreendem quanto queremos infantilizar o culto e compreendem muito bem a igreja, a bíblia e o culto. Acho que a questão é de fato o que agrada e atrai, a cultura que queremos que seja compartilhada com as celebrações, uma vez que estamos concorrendo com uma mídia voraz, principalmente com os adolescentes e jovens e acho isso totalmente natural, uma vez que, quando de sua fundação, a igreja também se apropriou daquilo que era bom de sua época em formato de música, oratória, vestimentas, etc. O que não engulo bem é igreja que quer ser pop com slogans ou nome em inglês, clube social, terapia, com três seções para atender ao público enfileirado na porta para ver gente famosa e coisa do gênero.

    • Silvana Oliveira E Silva

      Puxa, que comentário maneiro. Gostei do que escreveu. Continue sua caminhada assim….

  • THIAGO MENILLO

    Paga de moderninho e chora com o estribilho do hino da Harpa no medley do Fernandinho.

    • Silvana Oliveira E Silva

      heheheheh pois é

  • Erick

    Esse é o primeiro Lado a Lado que escuto. Sou de Niterói, mas só pesquei a referência do “vai virar sapinho”(que já tinha ouvido antes em algum outro podcast) quando foi falado sobre Niterói. O interessante é que ouvi a descrição pensando exatamente assim: “Hum, na minha cidade tem aquela igreja, que tive que chegar um tempão antes, por conselho do membro que me chamou, para levar meu filho na festa de dia das crianças”. E quando ouço depois, pá! Niterói… Agora tudo faz sentido. Estava sem igreja fixa há algum tempo. Quando criança já fui na AD, Nova Vida de Alcântara e depois em algumas neo-pentecas. Estava sem ir há algum tempo. O tio da minha esposa recentemente abriu uma pequena congregação na casa dele. Fui lá tem 2 dias já. Eles só cantam as músicas da Harpa. Mas que diferença das músicas cantadas nas igrejas! Desde os anos de 2010 as músicas ditas congregacionais das igrejas que fui tem letras tão pobres. O interessante é que quando era criança não curtia a Harpa. Agora vejo que muitas letras são bem bonitas e falam muito ao meu coração. Deve ser porque estou chegando aos 30 e estou virando “tiozão”, conforme foi falado. Me vi em muitas das situações faladas aí. Deus os abençoe!

    • Silvana Oliveira E Silva

      Sobre a igreja do sapinho… (Emoji com zíper na boca)…..
      Tu o disseste….

      Sobre a tua experiência, eu recomendo ouvir o primeiro podcast que gravamos, sobre Desigrejados. Hoje, meses depois, reconheço que há uma certa dificuldade em se encontrar um igreja que seja minimamente bíblica, em alguns bolsões brasileiros. Se vc quiser algum lugar em Niterói bem… sou suspeita… sem proselitismo… Mas se quiser te passo o endereço da igreja em que congrego (Emoji com risada e dentes aparecendo). Não é uma igreja perfeita, mas pelo menos tem sido útil para minha vida, buscamos uma vida comunitária saudável, temos pregações bíblicas, temos uma liderança que não acha ser dona da gente, mas colaboradores, nos ajudamos, eles já me ajudaram muito nos meus perrengues, e ajudo nos perrengues de umas pessoas também… Por aí encontro uma razão para continuar, também na vida de mais uns gatos pingados por ae….

      Obrigada por comentar. (Emoji com piscadinha)

      • Erick

        Hum… Vou ouvir o podcast sim. Voltarei para casa hoje do trabalho ouvindo. Bom, gostaria sim de um lugar em Niterói. Tenho procurado um lugar com uma pregação bíblica. A congregação do tio da minha esposa não é ruim, é possível enxergar no tio dela o amor dele pelo Senhor e a vontade de fazer a obra de Deus. O problema é que eles tem alguns costumes e conceitos arraigados em seus corações provenientes do Neopentecostalismo, como, por exemplo, a questão de “não aceitar”, “tomar posse” e algumas pitadas de prosperidade. A outra coisa também é a liturgia. Ele prega bem, com mensagens sobre salvação e tudo, mas tem aquele negócio de “dar oportunidade” a muita gente e, quando vê, não sobra(!) tempo para a pregação e na minha opinião, a Palavra deve ser o centro do culto. Ficarei na espera do endereço e ficarei feliz de ir com minha esposa e meu filhote.

        P.S.:
        Emoji com zíper: 🤐
        Emoji com risada e dentes: 😁
        Emoji com piscadinha: 😉

        • Silvana Oliveira E Silva

          Erick, ficamos na Rua dr Paulo cesar 95. Igreja Batista Jardim Icaraí. Amanhã estarei a partir das 9h e depois à noite. Vão Quando quiserem.

  • Samuel Kosoba

    KKK! Adorei a esquete.

    • Silvana Oliveira E Silva

      Ficou boa mesmo…..ri muito kkkk

  • Melvin Menezes

    Acabo de ouvir o padcast e fiz uma viagem por minhas raízes. Tive o (des)prazer de passar por muitas mudanças no movimento, sou de essência petencostal, nasci na AD de Santo André e em 91 fui para Renascer, após minha mãe ter sido expulsa da igreja por cortar cabelo…rsrs
    É interessante hoje traçar um panorama da importância que a Igreja Renascer teve no contexto evangélico nacional. Visualizando um pouco sem as lentes de marketing, eu vejo a libertação de uma conxtetualidade que não se encaixava mais dentro da igreja, não por causa da mensagem da palavra que passava na época mas pela discrepância que era fora dos templos. Fora dos templos tudo havia mudado e acredito que a roupagem também precisava ser mudada.
    Lembro que na época quando fomos para Renascer nos chamávamos de desviados e que lá tocava música do diabo. Pois o choque era muito grande, enquanto ainda existiam grandes corais, big bands, coral das senhoras, corais das crianças e os corais da mocidade imperava estava começando a linguagem direta com o jovem através do rock. As igreja não atraiam pessoas não convertidas mais para a igreja. Era sempre o filho de alguém que dava continuidade. Tanto que quando várias moderinhas começaram a aparcer o número de convencidos, quer dizer “convertido” estourou.
    Eu acredito que o movimento foi libertardor e que o seu propósito no princípio era de “libertação da religiosidade”, mas por causa daquele ímpeto tão grande guardado, reprimido nas pessoas de quererem uma calça cumprida, um cabelo curto, uma bateria as coisas acabaram escapando para uma certa libertinagem, no sentido fraco da palavra, foi a partir daí que se começa o mercado gospel e a moda de ser evangélico. Por causa dessa grande demanda não foi possível seguir o propósito inicial. Até as vendas de indugências, voltaram.rsrs
    A boiada foi solta e todo o tipo de sincretismo começou a se expalhar, não generalizando, porém o hedonismo, mesagens aguá com açúcar, falta de Jesus nos cultos começaram a acontecer.
    Mas acredito que a roupagem sempre precisa se adequar ao corpo, sempre existirão roupas novas, umas mais modernas outras mais convervadoras, umas até extravagantes. Mas o que não pode se perder é a essência do corpo. A essência é primordial para que sempre a mesagem se adeque a realidade, por mais diferente que seja.
    Após 18 de renascer, estou há 8 anos em uma igreja mais tradicional, com uma msg de mudança de vida, trabalhando em questões de pecado e atitude, sem sentimentalismo, porém não se comunica com a realidade. Cumprimentar somente com a mão, ternos, hieraquias poderosas, saudações somente de Senhor ou Senhora. É engraçado demais. Mas espiritualmente é o que me sustentou até aki.
    Porém como sou o “carinha do computador” ao menos atender realidade, aternder a necessidade virtual pude ajudar a se adaptar do mundo interno para toda a rede de “internete”.
    Sou super a favor do uso de tecnologias em todas as esferas da comunidade (eliminar qualquer tipo de papel..rsrs), sempre se preocupando com a linha tênue, do propósito. Sabemos que isso não tem mais volta. Acredito que se olhássemos a todo o momento para nosso passado ecleciástico, poderemos enxergar como sobrevivemos a todas as demanda que a humanidade exigiu e sempre a palavra pôde aterrizar de uma maneira ou de outra para chegar ao seu propósito
    O ser humano é muito engraçado, ele é totalmente adaptável. A reclamação de hoje é a risada de amanhã, assim como o aventura de agora pode virar o medo, ou, a maturidade.
    Excelente o podcast de vcs, 2 episódio que esculto, estão de parabéns.

  • Melvin Menezes

    Acabo de ouvir o padcast e fiz uma viagem por minhas raízes. Tive o (des)prazer de passar por muitas mudanças no movimento, sou de essência petencostal, nasci na AD de Santo André e em 91 fui para Renascer, após minha mãe ter sido expulsa da igreja por cortar cabelo…rsrs
    É interessante hoje traçar um panorama da importância que a Igreja Renascer teve no contexto evangélico nacional. Visualizando um pouco sem as lentes de marketing, eu vejo a libertação de uma conxtetualidade que não se encaixava mais dentro da igreja, não por causa da mensagem da palavra que passava na época mas pela discrepância que era fora dos templos. Fora dos templos tudo havia mudado e acredito que a roupagem também precisava ser mudada.
    Lembro que na época quando fomos para Renascer nos chamávamos de desviados e que lá tocava música do diabo. Pois o choque era muito grande, enquanto ainda existiam grandes corais, big bands, coral das senhoras, corais das crianças e os corais da mocidade imperava estava começando a linguagem direta com o jovem através do rock. As igreja não atraiam pessoas não convertidas mais para a igreja. Era sempre o filho de alguém que dava continuidade. Tanto que quando várias moderinhas começaram a aparcer o número de convencidos, quer dizer “convertido” estourou.
    Eu acredito que o movimento foi libertardor e que o seu propósito no princípio era de “libertação da religiosidade”, mas por causa daquele ímpeto tão grande guardado, reprimido nas pessoas de quererem uma calça cumprida, um cabelo curto, uma bateria as coisas acabaram escapando para uma certa libertinagem, no sentido fraco da palavra, foi a partir daí que se começa o mercado gospel e a moda de ser evangélico. Por causa dessa grande demanda não foi possível seguir o propósito inicial. Até as vendas de indugências, voltaram.rsrs
    A boiada foi solta e todo o tipo de sincretismo começou a se expalhar, não generalizando, porém o hedonismo, mesagens aguá com açúcar, falta de Jesus nos cultos começaram a acontecer.
    Mas acredito que a roupagem sempre precisa se adequar ao corpo, sempre existirão roupas novas, umas mais modernas outras mais convervadoras, umas até extravagantes. Mas o que não pode se perder é a essência do corpo. A essência é primordial para que sempre a mesagem se adeque a realidade, por mais diferente que seja.
    Após 18 de renascer, estou há 8 anos em uma igreja mais tradicional, com uma msg de mudança de vida, trabalhando em questões de pecado e atitude, sem sentimentalismo, porém não se comunica com a realidade. Cumprimentar somente com a mão, ternos, hieraquias poderosas, saudações somente de Senhor ou Senhora. É engraçado demais. Mas espiritualmente é o que me sustentou até aki.
    Porém como sou o “carinha do computador” ao menos atender realidade, aternder a necessidade virtual pude ajudar a se adaptar do mundo interno para toda a rede de “internete”.
    Sou super a favor do uso de tecnologias em todas as esferas da comunidade (eliminar qualquer tipo de papel..rsrs), sempre se preocupando com a linha tênue, do propósito. Sabemos que isso não tem mais volta. Acredito que se olhássemos a todo o momento para nosso passado ecleciástico, poderemos enxergar como sobrevivemos a todas as demanda que a humanidade exigiu e sempre a palavra pôde aterrizar de uma maneira ou de outra para chegar ao seu propósito
    O ser humano é muito engraçado, ele é totalmente adaptável. A reclamação de hoje é a risada de amanhã, assim como o aventura de agora pode virar o medo, ou, a maturidade.
    Excelente o podcast de vcs, 2nd episódio que esculto, estão de parabéns.

    • Silvana Oliveira E Silva

      Melvin, teu testemunho é interessante. Realmente os tempos da Renascer em Cristo foram importantes para nossa construção litúrgica. E mesmo que muitos não reconheçam essa influência, ela acontece com muitas igrejas hoje em dia.
      Algo que percebo hoje é que as igrejas hoje tem perdido seu papel relacional. As pessoas tem medo de te perguntarem se está tudo bem, e você contar um problema que está vivendo, claro, compartilhar sua vida. Ou convidar para sua casa, pior ainda, querer visitar a casa dele. Infelizmente as pessoas trocam 1 hora a mais com pessoas na igreja por uma hora a mais de Netflix, sono, academia, ou qualquer coisa. Para conseguir reunir um grupo precisa-se pensar nas Condições Normais de Temperatura e Pressão, ou então os encontros fracassam. É uma realidade triste, e nadamos contra a corrente.
      Mas o primeiro passo para a mudança é o reconhecimento de sua necessidade.

      Obrigada pelo comentário relevante, e por usa audiência. O nosso primeiro episódio é sobre Desigrejados, vejo como muito linkado ao tema deste episódio. Ouve também se puder 😉