Contraponto 020 – Gastronomia Pop

 

Desde a primeira temporada do MasterChef, em 2 de setembro de 2014, a gastronomia se aproximou do pop tornando-se assunto corriqueiro e elevando os participantes de realities ao status de celebridade. Porém, longe de resumir todo o fenômeno ao chefes que cozinham na tevê, a “gastronomia pop” assume outros contornos: o termo gourmet transformado em rótulo, o fenômeno dos foodtrucks ao redor do país, a construção social do gosto, a formação de um capital cultural gastronômico, a relação das marcas com os restaurantes.
Nesse episódio, por meio de entrevistas com o Sommelier Manuel Luz (instagram) e as vencedoras do MasterChef Elisa Fernandes (instagram) e Dayse Paparoto (Restaurante Feed&FoodinstagramFacebook), o Contraponto oferece um outro ângulo de análise para todo o processo da gastronomia tendo se tornado pauta diária.

Abner Melanias convida André Lopes (instagram) para uma conversa sobre gastronomia pop.
SONORAS: Manuel Luz, Elisa Fernandes e Dayse Paparoto.

CLUBE DO CONTRA: https://goo.gl/erwUEl

Arte por Caio Duarte

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Categorias: Contraponto,Podcast

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  • Débora de Meneses Souza

    Ótimo episódio, apesar de não saber cozinhar nem acompanhar o Master Chef, rs.

    Ah, sou pobre, mas conheço e li livros do Lima Barreto, haha.

    Abraço

    • André Lopes

      Debora, claro que ingredientes bem elaborados são caros, mas com cebola, alho e cenoura, da pra dar um sabor especial! O importante é tentar!

      • Débora de Meneses Souza

        Verdade, cebola é bom em quase tudo, rs… Eu acabo falando que não sei cozinhar porque o que faço na cozinha é puramente para subsistência, não acho muito saboroso, haha. Quem sabe melhoro, rs…

  • Alexander Stahlhoefer

    Abner, já te falei lá nos nosso grupo interno, mas preciso escrever aqui também!
    Desde adolescente eu cozinho em casa. Minha mãe sai pra trabalhar e pedia pra eu começar o almoço pra ela. As vezes saiam coisas medonhas, mas é assim que a gente aprende. Nesse contexto eu aprendi a cozinhar com alma, com amor, com desejo, com fome.
    Não fui na onda de assistir os realities logo de cara. Também não curtia postar comida nas redes (ainda sou resistente à ideia, mas é pq meus pratos não são muito bonitos…acho).
    O que o MasterChef (falo só deste programa, pois foi o que despertou isso em mim) mudou em mim foi mostrar que eu poderia fazer, que bastava eu estudar, me dedicar, aprimorar as técnicas. Com isso minha comida ganhou mais cor, mais tompero, um visual melhor. Claro, agora to numa vibe de assistir documentários mais específicos sobre alguma região do mundo, sobre técnicas e tals. Até preguei Gen 1-2 sob a perspectiva do respeito com o alimento que Deus no dá, citando Paola Carossela como exemplo de respeito com a dádiva do alimento. Muito obrigado mano e vida longa ao CP!

    • André Lopes

      Muito legal Alex o que escreveu. Eu também estou assistindo a various documentários sobre cozinhar, no Netflix tem a série do Chefs table que além de mostrar cozinheiros com muito prestígio, inovadores e bem sucedidos, mostram a paixão que ela tem pela comida. Acho que isso é o que mais me encanta e me incentiva a querer aprender a cozinhar. Tem um série no Netflix também chamada Cook muito boa! Tem também a do Jiro dreams of sushi sobre o melhor sushiman, cara que dedicação! Emocionante!

  • Silvana Oliveira E Silva

    Episódio excelente, obviamente (pondo comida boa tudo fica excelente).
    Eu cozinho desde criança, e lá em casa, mamãe costureira sempre nos manteve perto do fogão (que eu derrubei com um ano de idade sobre mim, mas é papo pra outro tipo de episódio). Tinha meu banquinho pra alcançar a bancada, e as fotos são hilárias.
    Com cerca de 11 anos descobri aquele Tratado da Boa Mesa – o livro que a sua avó tem na casa e muitos chamam de “Bíblia da gastronomia”. Aí foi festa. Aprendi sozinha a fazer tortas, bolos, pizza , quitutes, carnes, e tudo que os ingredientes da cozinha permitiram. Infelizmente o início da faculdade me roubou o tempo cozinhando, mas ainda o tive para desenvolver minha receita show (aquela que atrai gente na tua casa doido pra ver se você está blefando): Sorvete Frito.
    Hoje, morando sozinha, separo pelo menos 2x por semana para honrar meu alimento e prepará-lo como ele merece. Assistir os realities shows de culinária me agregaram algum conhecimento, mas sobretudo contribuíram para minha convicção de que preparar seu alimento (e poder fazer isso com dignidade) é uma faceta da qualidade de vida. Chegar a uma feira ou mercado, acessar o alimento, elaborar a receita e executá -la, é algo que eu sugiro a todos fazerem, pelo menos uma vez na vida. Afinal, você é o que come.
    Sobre a gourmetização, é a famosa estratégia pra arrancar mais de nosso rico dinheirinho. Mas, quando eu invisto tempo pra procurar por sabor e preço justo, acabo encontrando recompensas, como um vendedor na beira da praia que faz crepes à moda parisiense, com um toque autoral. Retornou da França com a idéia e resolveu dividir espaço com as barraquinhas de “Hot dog” da Praia de S Fco, Niterói. E com preço justo, afinal não tem “gourmet” ou “food truck” escrito em lugar algum do carro dele rs.
    Enfim, por uma boa comida vale a pena explorar a selva que nos envolve, seja desbravando a cozinha ou a avenida.

    Parabéns a todos! E eu amei ouvir Elisa novamente 🙂

    • Que bom que curtiu @silva@silvanaoliveiraesilva:disqus
      Obrigado por comentar

  • Rafael Paiva da Silva

    Pizza com catchup é uma heresia! Concordo.
    A pergunta que não quer calar não foi feita: o correto é o arroz por cima do feijão ou o feijão por cima do arroz? Rss