BTCast 155 – Ecumenismo

 

Muito bem (3x), o seu podcast semanal de teologia está no ar. Alex recebe o padre e professor Elias Wolff para, na comunhão, falar de ecumenismo.

Nesse episódio aprenda o que é ecumenismo, descubra a diferença entre ecumenismo e diálogo inter-religioso, saiba porque devemos praticar o ecumenismo, veja os limites dessa prática e preveja o futuro desse movimento!

Arte da capa: Guilherme Match (conheça o trabalho dele aqui!).

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    • César Aguiar

      Ansioso para mais cast!!

    • Lourival Gonçalves

      Se fosse lego na vitrine seria legal.kkkkk

      • Rogério Moreira Júnior

        Quando eu olhei a miniatura, pensei que fosse!

    • João Lucas dos Santos

      Vamos ouvir…

      Att,

    • Matheus Ramos de Avila

      Só de ouvir o Bibo cantando no primeiro minuto do programa já valeu a pena.

    • Jefferson Matos

      Muito bom desmistificar o assunto. Conhecer melhor o outro, porque ele pensa da forma que pensa, dialogar nas divergências. Gostei

      Já havia visto alguns posicionamentos contrários a inserção da ICAR em diálogos ecumênicos por parte de líderes do evangelicalismo brasileiro. Mas sem dúvidas há pontos de debate.

      Não creio no entanto que um dia haverá uma unidade absoluta. Impossível no nosso estado atual chegarmos a uma conclusão sobre todos os pontos teológicos e ter uma declaração de fé única. Só lá na glória… 😀

      • Alexander Stahlhoefer

        Jefferson,

        É isso ai mano, e além de ser impossível uma unidade absoluta, ela nem sequer é alvo. Trata-se antes de aprender a conviver com as diferenças e celebrar as coisas comuns.

    • Lucas Freitas

      Muito bom o Btcast, sempre estimulando a reflexão. Sempre que tratam de ecumenismo me vem estes versículos a mente:
      “Todo aquele que não permanece no ensino de Cristo, mas vai além dele, não tem Deus; quem permanece no ensino tem o Pai e também o Filho. Se alguém chega a vocês e não trouxer esse ensino, não o recebam em casa nem o saúdem. Pois quem o saúda torna-se participante das suas obras malignas”. (2 João 1:9-11)
      Diante desta postura de João, quais serão os limites do ecumenismo? Qual é a linha tênue que divide a aceitação, sentar-se à mesa cordialmente, discutir as divergências e o “sequer o saúdem”? São questões a se pensar.

      • Alexander Stahlhoefer

        Lucas,

        O “sequer o saúdem” se refere a pessoas de dentro da nossa igreja local que querem deliberadamente permancer no erro, e mais, querem ensinar dentro desta igreja local o erro, mesmo já tendo sido confrontadas. O ecumenismo pressupõe que ambos os lados tem disposição para conversar amigavelmente, mesmo que discordem um do outro em pontos sensíveis. Não me parece que os hereges de 2Jo tinham a minima disposição pra conversar e considerar os outros irmãos como irmãos.

    • marcos vinícius

      Muito bom. Enquanto o padre falava lembrava o Pr. Luiz Sayão. O jeito de falar me lembrou o Sayão. Muito construtivo, mas ainda parece ser um engano que, posteriormente, quando bem difundido, poderia nos levar a desarticular uma mensagem Bibliocêntreica aos Católicos a fim de lhe abrir os olhos. Penso que é uma maneira de nos aquietar. Não sou contra o envolvimento de protestantes e católicos na construção de uma sociedade mais justa, mais humana, mas parece, ao meu ver, que o limite deste “ecumenismo” não é claro na mente de muita gente. E os extremos, ou, a ausência de clareza por parte dos envolvidos de até onde querem ir, faz a coisa não ser tão bonita no real quanto no discurso narrado neste pod.

      • Alexander Stahlhoefer

        Então… apesar de os grupos mais progressistas acreditarem que missão deva ser reduzida a luta por justiça social, ainda há um bom grupo (inclusive de progressistas) que acredita que missão é prioritariamente o anuncio de Jesus como salvador. E neste caso a questão é: temos como alvo pregar para um publico religioso em específico ou pregamos a todos e conversões de outras religiões para a nossa são vistas com liberdade individual? Se nosso alvo é converter católicos (e membros de outros grupos religiosos quaisquer que sejam), então creio termos um problema com nosso alvo. Se porém nosso alvo é pregar o evangelho a quem quiser ouvi-lo, então alcançaremos também católicos e também outros grupos quaisquer e se dentre estes alguém quiser converter-se, então, precisamos entender isto com liberdade de crença. Se não levarmos a sério a questão da liberdade de crença nossa própria liberdade para pregar vai acabar sendo ameaçada. Vejo mais perigo num dialogo que visa diminuir o escopo da missão do que num diálogo que visa respeitar o outro em sua opção.

        • marcos vinícius

          Sim! Isso mesmo. Penso que a igreja brasileira, é a única que conheço, não entendeu bem a sua missão. Muitos querem formados membros acadêmicos apenas, outros querem que apenas cuidem dos necessitados, sem conhecimento profundo das Escrituras, e outros tantos querem que os outros levantem suas mãos e passam a compor o quadro de membresia da igreja local. E fazem isso entendendo ser a vontade SOBERANA de DEUS! Quando na verdade o Evangelho, como vocês mesmo já ensinaram, veio para transformar o ser humano à imagem de Jesus e levar estes modelos de Cristo a serem benção no mundo – atendendo as necessidades de todos em todo lugar em todo tempo, seja religiosa, social ou intrínseca.

        • marcos vinícius

          Mauro Meister.
          Ontem às 09:00 ·

          “O princípio da missão de Deus para o cristão é muito simples e está manifesto por toda a Escritura: Deus abençoa para que abençoemos. Mesmo antes da queda foi assim: o Senhor abençoou nossos primeiros pais para que eles abençoassem todos os seus descendentes. Foi assim com Abrão (Gênesis 12), foi assim com o povo de Israel:
          Seja Deus gracioso para conosco, e nos abençoe,
          e faça resplandecer sobre nós o rosto;
          para que se conheça na terra o teu caminho
          e, em todas as nações, a tua salvação. (Salmo 67)
          É assim até hoje: Deus te abençoou para que você seja benção! Esta é a sua missão, onde você estiver: seja benção, estenda a mão, abra a boca, ande outra milha. Seja missionário!”
          E isso muitos não entenderam até hoje Sir Alexander

    • Lourival Gonçalves

      @alexanderstahlhoefer:disqus,uma vez vi um celebração onde o “púlpito” era dividido por diferentes líderes Religiosos esboçando um certo diálogo.Isso seria ecumenismo?Pelo que o Padre deixou ,o ato ecumênico é algo distante disso,senão o simples diálogo e o respeito.Como você vê isso em termos futuros?

      • Matheus Ramos de Avila

        Então, existe a diferença entre diálogo inter-religioso e ecumenismo. O ecumenismo normalmente acontece em ambientes cristãos.

        • Lourival Gonçalves

          Quando me referi ao “Lideres Religiosos” eu quis dizer um cristão,um católico e um umbandista.Alguns falaram que era ecumenismo,no meu ver não tem nada haver.Ai que está a má compreensão do real entendimento de ato ecumênico.Minha colocação não é de desconsideração do outro,pois creio no diálogo inter-religioso,mas não confusão que se cria ao entender totalmente errado o que vem a ser ecumenismo e desculpe a redundância.
          Explico melhor.Sou da AD e desde pequeno “aprendi” que o ecumenismo era algo perigoso e comprometia o cristianismo,pois me foi passado que o mesmo tinha a intencionalidade de mesclar o certo do errado”.
          No presente relato,ele mostra uma junção de crenças e “ritualismo” e etc.

      • @lourivalgonalves:disqus, estou contigo nessa. O ecumenismo que eventualmente se vê noticiado na TV é sempre alguma celebração religiosa envolvendo religiões diversas, como: evangélicos, umbandistas, kardecistas e católicos (estes geralmente de frente na celebração). Note-se por exemplo a forte proximidade entre catolicismo e umbandismo que existe nas manifestações populares na Bahia. Pela definição de que o ecumenismo trata do respeito e convivência entre diferentes profissões de fé, ele engloba também a convivência entre religiões extremamente diferentes. Ou seja, promover o ecumenismo entre evangélicos e católicos é um tipo de ecumenismo razoavelmente fácil, se comparado a outro tipo que inclua por exemplo a umbanda e que, na prática, também é ecumenismo. Não estou negando a possibilidade e até a vantagem de diálogo, respeito e cooperação social. Mas uma celebração religiosa comum entre credos tão diferentes é no mínimo incoerente.

    • Welber Martins

      Esse tipo de podcast me trouxe paz pq realmente me dá um deslumbre do que será a comunhão dos santos no céu…

    • Alexandre Ferreira Santos

      Entendo que no Brasil ainda é difícil falar em ecumenismo e diálogo inter-religioso, até porque ainda existem muitos que não fizeram uma experiência pessoal com Jesus… É preciso afirmar que a evangelização vem primeiro que o ecumenismo. Mas e quando a desunião se torna entrave para que que alguns creiam? Pessoalmente, tento não perder de vista Jo 17, 21 e tento me manter alerta para esta necessidade de unidade, não só com irmãos de outras denominações e religiões, mas também “dentro de casa” (que às vezes é tão difícil quanto fora).

      Hoje posso dizer que minha vivência cristã encontra suporte no Ministério Bibotalk. Mesmo sendo bacharel em teologia aprendo muito aqui, me atualizo (e dou risada. rs). Não me vejo mudando de denominação, mas com certeza sei que Deus usa este espaço virtual e eclesial para minha conversão, que não se deu de uma vez por todas, mas deve ser cotidiana.

      Não conhecia o pe. Elias Wolff, mas acho que ele mandou muito bem. Foi bom ver que minha concepção de ecumenismo está bem adequada. rs. Acho que acrescenta aqui lembrar que nos nossos tempos está em alta também o “Ecumenismo de Sangue”, ou seja, em alguns lugares no mundo cristãos de igrejas diferentes estão se tornando mártires ao mesmo tempo por não renegarem o nome de Nosso Senhor Jesus Cristo.

      Por fim, @rogriomoreirajnior:disqus deixo aqui uma dica de notícia para o “Fora do Éden”, que se relaciona com o ecumenismo: O Concílio Pan-Ortodoxo. Desculpem a expressão: “O barato vai ser loko!”

      http://www.ihu.unisinos.br/noticias/556173-concilio-pan-ortodoxo-entrevista-com-o-metropolita-hilarion-alfeyev-de-volokolamsk-russia

      Mais do que nunca, abraço a todos, fraternalmente.