• Fabio Thomaz

    Opa!

    Podcast baixado!!
    Ouvindo… =)

  • MAC

    Fabioooooo… e vamo que vamo 🙂

  • André Luiz Müller

    Fala Bibo e Mac!
    Show de bola o podcast!
    Realmente assuntos delicadíssimos e geralmente deixados de lado.

    Achei que faltou abordar a questão de matar alguém por legítima defesa (sem ser em guerras).

    Outra coisa, ouvi por aqui que na lei brasileira (ou na constituição) é prevista a pena capital para o caso de guerra, ou seja, se o Brasil entrar em guerra o inimigo pode ser morto sem julgamento.

    Um abraço e continuem entretendo, informado e nos ajudando a formar opinião!

    Que Deus os abençoe, ilumine e dê direção.

  • Jordan Arley

    Bom, esse podcast foi de grande aproveitamento para mim em particular já que o desdobramento de diversos assuntos (que inclusive eu nem mesmo conhecia, termos, e casos) me surpreendeu e me fez ver que tenho que me aprofundar mais na questão da aplicação das Escrituras na realidade do dia a dia em que vivemos. Abração aos se posso já chamar assim "amigos" Bibo e Mac. Continuem o bom trabalho aqui no Talk e que Deus os abenções sempre!

  • BiboTalk

    Moçada,
    eu e o MAC somos gratos a Deus por vcs que curtem nosso trabalho. Vamos a cada dia tentar melhorar e tentar ajudar numa reflexão saudável.

    abraços
    bibo

  • André, vulgo Alliadoo

    Falaê véio, eu te passei a pergunta pelo Twitter.

    Tudo começou numa aula de Direito em que o prof. comentou sobre um deputado que defende o aborto no caso de bebês acéfalos afirmando: se não há cérebro, não há vida! Daí eu comecei a viajar tb e surgiu a dúvida.

    Creio que mais do que ter uma resposta definitiva, nós, enquanto igreja, precisamos com urgência ter atitude. Estamos no século XXI e ainda nos enrolamos com as demandas do mundo em que vivemos. Nós não temos as respostas, nem muito menos atitude. Acho que por isso não salgamos como deveríamos. Situações tão delicadas são a oportunidade de fazermos brilhar em nós a luz de Jesus. Infelizmente, isso não tem acontecido… Falta sermos contemporâneos, levar a Teologia das universidades para as ruas e manifestar através das Obras a fé que tantas vezes soa aos mundanos como mais uma vã filosofia.

    Quanto ao suicídio, penso bem diferente de vcs, pois, se formos contemporizar, poderemos abrir um precedente muito perigoso. Lembro o caso de uma atriz que depois de um tempo de conversão se suicidou. Antes de concretizar o ato, deixou uma carta de despedida na qual dizia que ia se encontrar com o seu Deus. Ora, se não podemos ser taxativos afirmando que suicídio é pecado, então, por que não pagar pra ver? Afinal, pra que eu vou ficar debaixo de uma pressão louca vivida no dia-a-dia dos centros urbanos se já posso estar na Eternidade com Deus?

    Destaco ainda que o suicídio é visto pela legislação brasileira como atentado gravíssimo à vida. Tanto que se um camarada não tiver sucesso na sua tentativa, ele pode até ser preso! O fato de não estar escrito na Bíblia que isso é pecado, não impede uma inferência coerente com os princípios divinos.

    No mais, quero reiterar minha admiração por esse trabalho. Cs são mt lokos e estão de parabéns. Continuem trazendo questões assim à tona, porque precisamos ser mais presentes, principalmente àqueles que procuram respostas.

    Contem comigo,

    André

  • Luciano Coelho Alves

    Olá, Pessoal (Bibo e Mac)

    Tenho ouvido e re-ouvido os casts e este, particularmente, me chamou muita atenção.

    E queria que você considerasse o texto de 1 Coríntios 16.17 que fala de não destruir o templo do Espírito Santo que somos nós, enfim dá para considerar no mesmo bojo do suicídio?, se sim, então o suícídio seria condenado biblicamente?

    Agradeço ao conteúdo que vocês transmitem e aos ensinos relevantes que transmitem.

    Abraço,

    Obs.: qualquer coisa podemos conversar em pvt sobre isto.

    Luciano

    • Mac

      Olá Luciano,

      Se partirmos do princípio que devemos usar o nosso corpo para honrar o Senhor, sem dúvida o suicídio é um ataque a este princípio, podendo ser considerado como um pecado.
      Embora não haja um texto bíblico explicitamente condenando tal ato, tirar uma vida é uma atribuição que apenas Deus pode fazê-lo legitimamente.
      O agravante do suicídio é que é o tipo de atitude a qual o praticante não pode se arrepender após ter cometido-a. Todavia, mesmo assim, creio haver perdão para o suicídio, afinal, o único pecado sem perdão é aquele contra o Espírito Santo.

      Abs.

      • Renato

        Como o suicida poderia receber perdão?

        Pesquisas feitas com suicídios falhos dizem que a maioria das pessoas se arrependem do suicídio. Mas como?

        Imediatamente após chutar a cadeira, pular de um prédio, etc. a pessoa se arrepende de tê-lo feito. Mas isso não quer dizer que não tentará novamente. Assim como você se arrepende do uso de drogas, bebida, relações sexuais momentos após o ato e depois volta a praticá-los, o suicida pensa em se matar novamente, dado que tiram a própria vida como forma de fuga da realidade em que se encontram.

        Dadas as informações acima, e sabendo que o que vale para Deus é o que sentimos em nosso coração (no caso arrependimento do pecado), mesmo que venham a perder a vida, ele pode ser perdoado por Deus.

        E como forma de diminuir o número de pessoas que se encontram em tal situação, o correto seria um pastoreio para mais pessoas, em mais abrangentes áreas e que vá mais profundamente em cada uma.

        “Dá-lhe pastor para isso então!”

        Sim, pensemos mais no próximo do que em nós mesmos, mais vale dar do que receber. Mas ainda assim a tarefa não seria cumprida. Assim como o temos ao lado, estes suicidas em potencial, também têm o Espírito Santo, que nos convence do pecado, mostra o caminho de Deus, nos fortalece e assim muda nossa realidade, tirando assim a necessidade de se matar para fugir desta, já que agora o Espírito habita nesta pessoa.

  • Renato

    Em relação a todos os tipos de aborto citados, por mais difícil que venha a ser o caso (minha empatia não consegue aguentar tanto sofrimento que pode ser causado), lembremo-nos de que Deus é quem rege todas as coisas, podendo mudar a vida, tanto da mãe, quanto da criança. Portanto acredito que ajuda material, acompanhamento, oração e busca do sentido que Deus tem para aquela situação é que devem ser o caminho, evitando o aborto.
    Especificamente no caso em que pode vir a prejudicar a mãe, melhor seria o desenvolvimento extrauterino, em segunda opção, fazer o tratamento da mãe, e orar por ela e pela criança, para que possam permanecer saudáveis, mesmo após o tratamento, tendo em mente que nosso Deus é o Deus do impossível. Somente retirar a criança caso esta já tenha morrido.

  • Ana Carolina

    Sei que esse btcast é bem antigo, mas comecei a ouvir recentemente e achei esse muito interessante. Vocês saberiam me dizer de qual filme é aquele trecho em inglês que passa no inicio, la pelos 4 minutos?